Ads Top


Parasitas públicos da UnB ministrarão curso chamando impeachment de Dilma de "Golpe de 2016". E você pagará por isso.



Notícia do Poder360:

A UnB (Universidade de Brasília) terá aulas sobre o “golpe de 2016”. Essa é a descrição da disciplina (eis a íntegra) que também acusa o governo Temer de fazer “ataque às liberdades e à democracia” e de ter uma “agenda de retrocesso”.Dacordo com o plano de aula, haverá uma discussão sobre as “chances” de “restabelecimento do Estado de direito” depois do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (em 2016). O semestre começará em duas semanas.
O Instituto de Ciência Política da UnB está oferecendo 50 vagas para o curso. A matéria será ministrada por Luis Felipe Miguel, professor titular da cadeira. Alunos de outros cursos poderão se inscrever para “O golpe de 2016 e o futuro da democracia no Brasil”. É comum na UnB que estudantes tomem aulas de outros cursos.
Um dos objetivos da disciplina, segundo a ementa (descrição sucinta do que será abordado), é “analisar o governo presidido por Michel Temer e investigar o que sua agenda de retrocesso nos direitos e restrição às liberdades diz sobre a relação entre as desigualdades sociais e o sistema político no Brasil”.Quando se lê a descrição do curso, fica claro que a disciplina oferecida pela UnB dá como certo que a gestão de Michel Temer deu 1 “golpe de Estado” para depor a Dilma Rousseff. O plano de aulas também sustentará que Temer fez “ataque às liberdades e à democracia”.Outro módulo tratará da “nova direita radical e a ascensão do parafascismo”. A Operação Lava Jato e o Poder Judiciário também serão mencionados em aula sobre “a campanha pela deposição de Dilma”. O professor também promete debater as “possibilidades de reforço da resistência popular e de restabelecimento do Estado de direito e da democracia política no Brasil”.O professor Luis Felipe Miguel reagiu à notícia. Em seu Facebook, disse que é uma “disciplina corriqueira”, e que há 1 “estardalhaço artificialmente criado”. Também criticou o jornalismo: “Na academia, é como no jornalismo: o discurso da ‘imparcialidade’ é muitas vezes brandido para inibir qualquer interpelação crítica do mundo e para transmitir uma aceitação conservadora da realidade existente”.

Pois é. O militante Luís Felipe Miguel resolveu fazer panfletagem da pior espécie bancada com o dinheiro público. Dinheiro da União, subordinada ao homem que ele chama de ditador golpista. Em pleno regime de exceção (segundo eles), uma universidade pública irá ministrar uma matéria crítica ao governo.

Não se trata de mero delírio, burrice ou esperneio tardio contra a deposição de Dilma Rousseff, criminosa militante de extrema-esquerda que teve sua saída clamada nas ruas por milhões de brasileiros nas maiores manifestações populares da história. Aqui se trata de deboche. De ataque direto a dignidade e a inteligência do povo brasileiro. Se trata de desvio de finalidade: o espaço público utilizado de forma explícita para fins de propaganda política.

Trata-se ainda de fraude política, intelectual e histórica. Estes parasitas públicos que sempre demandam mais estado e mais apoio aos seus delírios fascistas travestidos de humanismo o fazem justamente porque poderão corromper mais corações e mentes se tiverem um estado paquidérmico ao seu dispor. Essa gente que apóia o plano criminoso de poder quer apenas mais chances para delinquir, e de golpe em golpe, de fraude em fraude e mentira e mentira perpetuarem sua agenda até a consolidação de um estado totalitário aos moldes da Coreia do Norte, Cuba e Venezuela que eles tanto reverenciam como únicos modelos possíveis de país.

Cabe a reflexão: se essa gente comete coisas tão hediondas em uma instituição universitária, desrespeitando qualquer lei e qualquer senso mínimo de ética e moral, não espanta que desses dedos sujos e desses cérebros nebulosos surjam os regimes mais genocidas da história. Se há algo que os brasileiros devem se orgulhar é de não permitirem que Dilma continuasse no poder até o fim do mandato, do contrário estaríamos fazendo o mesmo que os irmãos venezuelanos fazem hoje em Roraima fugindo da miséria e violência institucionalizadas por Hugo Chavez e Nicolás Maduro. A diferença é que provavelmente estaríamos desesperados tentando chegar na Argentina.


Curta O Reacionário no Facebook:

[left-sidebar]

Tecnologia do Blogger.