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O primo que conseguiu nomear Carmén Lúcia para o STF receberá R$ 50 milhões para defender Lula


Ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, o jurista Sepúlveda Pertence causou alvoroço na mídia ao assumir a defesa do criminoso Luís Inácio Lula da Silva, ex-presidente da República e chefe da organização criminosa conhecida como Partido dos Trabalhadores. Em menos de 48 horas Sepúlveda tomou conta do noticiário com duas notas: primeiro por ter declarado que Lula é vítima de perseguição pior do que a que supostamente se abateu sobre o fascista Getúlio Vargas. Depois pela notícia de que receberá a R$ 50 milhões para defender o criminoso.

Bom, Sepúlveda Pertence está muito convicto de tudo. A convicção é fundamentada tanto na influência religiosa que seu cliente ainda exerce sobre sua seita (cujos membros estão infiltrados em todos os setores da sociedade) quanto no vultoso honorário recebido pelo doutor. Pode não ser definitivo, mas ajuda.

Também ajuda poder contar com vozes simpáticas no STF. Não se pode dizer que é exatamente o caso, mas nos idos de 2006 o jurista conseguiu convencer o então presidente Luis Inácio Lula da Silva a nomear sua prima Cármen Lúcia Antunes Rocha para a vaga do ministro Nelson Jobim, que se aposentou em maio daquele ano.

Por curiosidade, a prima do ministro é a que mais joga para a platéia, fazendo de seu cargo um palanque político. É a ministra da "lacrolândia", que procura sempre que possível produzir aspas para páginas como Quebrando o Tabu, UOL e Huffington Post. Foi quem levantou no STF a pauta do machismo ao confrontar Luiz Fux em uma questão completamente irrelevante e "denunciar" como eram tratadas as mulheres naquela corte, é a ministra que vive arrotando virtude, moral e ética. Também é a ministra que confidenciou a amigos que concederia habeas corpus para Lula caso sua defesa fosse ao STF recorrer da prisão.

Carmén é a ministra virtuosa que já tentou até pautar as escolhas do presidente Michel Temer quando este se viu na iminência de nomear um substituto para o cargo do Teori Zavaski após a morte do ministro em um acidente aéreo. Algo inédito na história do país. Também é a ministra que barrou a nomeação de Cristiane Brasil por conta de seu suposto apreço ao "princípio da moralidade". É a ministra que entende que um condenado por processos trabalhistas não pode ser ministro do Trabalho, mas que um chefe de quadrilha condenado por corrupção passiva e ocultação de patrimônio pode ser candidato a presidência da República. É a beata virtuosa que de tão ética aceita ser nomeada para o STF pelas mãos do primo ministro e do amigo presidente mesmo após as denúncias do Mensalão. Como foi dito, não é possível afirmar o que acontecerá daqui para diante. Só sabemos mesmo que há claros indícios de fumaça na nebulosa Brasília. 

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