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O Molón que é contra a intervenção no RJ hoje é o mesmo que no passado deu consultoria ao ditador Hugo Chavez sobre desarmamento



Aliás, o deputado federal Alessandro Molón acaba de anunciar sua ida da Rede para o PSB. Isso quase ao mesmo tempo em que ele aparece no vídeo do 342, aquele bando de Caetano Veloso que tenta subverter o debate público por meio da mentira e da intimidação.

Pois bem: para quem não se lembra, o paladino da ética Molón foi petista durante toda a sua vida. Mas sempre teve um indisfarçável petismo latente. Saiu do PT às vésperas da votação na Câmara, mas ainda assim votou contra o impeachment chamando o processo de golpe. Depois disso se tornou garoto propaganda da Rede Globo, sendo consultado para absolutamente todos os assuntos durante a fracassada tentativa de golpe janotista.

Ver este senhor condenando a intervenção federal no Rio de Janeiro ao mesmo tempo em que tenta voltar para o socialismo "vermelho" é a confirmação de tudo o que este blog tem dito sobre ele desde sempre. É um farsante, um embusteiro, um golpista. Querem ver uma prova?

Molón supostamente apóia a paz, a justiça e saídas humanas para o fim da violência. Mas segundo seu site, o mesmo Molón é entusiasta do regime bolivariano. Tanto que em 2011 participou de uma subcomissão enviada pelo governo de Hugo Chávez que queria aprender como o Brasil conduziu sua política de desarmamento (embora rejeitado no referendo de 2005, o governo Lula nunca respeitou a decisão dos 65% de brasileiros que compareceram as urnas). Leiam o trecho da informação que está no site do deputado:

A Subcomissão Especial de Controle de Armas e Munições se reuniu, nesta terça-feira (29), com integrantes da Missão Técnica da Comissão Presidencial para o Controle de Armas, Munições e Desarmamento da Venezuela. Alessandro Molon, presidente da subcomissão, recepcionou os integrantes da missão.
A Venezuela pretende implementar uma campanha do desarmamento nos moldes da do Brasil. Durante o encontro, Molon explicou que o Estatuto do Desarmamento brasileiro teve como base dois pilares: reduzir o acesso à compra de armas e controlar o porte.
“O esforço pelo desarmamento que o Brasil tem feito servirá de parâmetro para a Venezuela”, disse Molon, acrescentando que a Subcomissão apresentou as ações bem sucedidas e os desafios e dificuldades que o Brasil tem enfrentado nesta questão. “Essa reunião é um sinal do desejo do povo brasileiro para contribuir para a queda da violência na Venezuela”, concluiu.
Os integrantes da missão afirmaram que o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, entende que é preciso pensar no desarmamento como forma de diminuir a violência e melhorar a segurança pública do país.
A missão venezuelana foi organizada como parte do Programa de Cooperação Sul-Sul do PNUD Brasil e da Agência Brasileira de Cooperação, com o apoio do PNUD da Venezuela.
A Campanha Nacional do Desarmamento já retirou de circulação cerca de 500 mil armas.
E aqui o print, para o caso do petista disfarçado apagar depois:




Como sabemos, hoje a população venezuelana é massacrada pelo próprio governo - agora na figura do vice de Chávez à época, o carniceiro Nicolás Maduro. Podemos concluir de uma vez por todas que nada que venha de Molón deve ser visto como positivo. Se o sujeito ajudou a ditadura venezuelana com dicas sobre desarmamento, como poderá pensar no bem do Brasil? Mais: Molón diz que a solução para o fim da violência no Rio é o maior controle de armas legais e reforço no desarmamento. Na prática ele só quer administrar mais veneno para um paciente doente. O mesmo sujeito está agora com o 342, o bando de Caetano Veloso. Como diz aquele sábio filósofo contemporâneo: Significa.




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