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O bando de Caetano resolveu matar dois coelhos com uma cajadada: demonizam a intervenção de Temer e fazem palanque para Freixo



O movimento "342" voltou. O bando que se reúne em torno da pajelança de Caetano Veloso e Paula Lavigne resolveu lançar um vídeo em que se ataca a decisão do presidente Michel Temer de decretar intervenção federal no Rio de Janeiro. O principal mote da peça é acusar o decreto de ter caráter político. Detalhe curioso e relevante é que o próprio vídeo do 342 não passa de uma decisão política por parte de um grupo político que chama para participar do vídeo militantes políticos, policiais políticos e dois parlamentares. A diferença é que a decisão de Temer é baseada também no pragmatismo e nos anseios da população. Já o vídeo é peça publicitária em torno do líder espiritual Caetano e do líder temporal Marcelo Freixo.


O vídeo repete a mesma pantomima perniciosa que marca o ideário do grupo: apelam para o medo, para o desconhecimento, jogam sombras nos fatos, alegam meias verdades e no fim pregam mentiras como alternativas salvadoras. Para dar credibilidade chamaram duas figuras asquerosas para tirar o caráter ideológico do manifesto: o delegado da Polícia Civil do Rio de Janeiro Orlando Zaccone (militante de extrema-esquerda que fez doações para o bando de Sininho por ocasião do assassinato do cinegrafista da Band Santiago Andrade) e o coronel comunista Ibis Silva Pereira, que fez elaborou o programa de segurança do psolista Freixo na disputa pela prefeitura do Rio. Ah, não é o editor que está chamando o PM reformado de comunista. Quem disse isso foi o próprio em entrevista a jornalista Cynara Menezes, do blog Socialista Morena.

Os demais personagens dispensam apresentações, já que só temos aqui os mesmos artistas de sempre, com cara de quem sofre do estômago e a arrogância típica da casa grande falando aos que sabem menos que eles. O bando de Caetano já defendeu a pornografia travestida de arte, a deposição do presidente baseada em uma conspirata tramada por Rodrigo Janot e depois um protesto contra o decreto das reservas indígenas baseado nas mentiras contadas pelas bancadas do PT, PCdoB e PSOL. Ver esta mesma escória defendendo "lápis no lugar de balas" enquanto milhões de fluminenses vivem sob o julgo do crime organizado não é coisa de idiota que não têm ciência dos fatos, mas sim de quem calcula os dividendos que pode colher do caos.

Chama atenção algumas afirmações feitas no vídeo sobre a melhor estratégia para o combate ao tráfico. Citam a legalização das drogas, como se esta panacéia fosse simplesmente acabar com o crime organizado do dia para a noite. Não deu certo na Holanda, não deu certo no Uruguai, não dará certo no Rio de Janeiro. A legalização da maconha, sobretudo, será irrelevante em um cenário onde o tráfico subtrai seus dividendos principalmente da cocaína. Também não explica o motivo do contrabando de cigarros ainda ser forte sobretudo nas fronteiras com o Paraguai. Dizem que o ideal é o trabalho conjunto entre estado e União, monitorados por lideranças comunitárias. Isso mesmo: lideranças comunitárias das regiões dominadas pelo tráfico. Como se existisse algum líder comunitário disposto a bater de frente com o tráfico organizado. Em dado momento Freixo diz que o ideal é a troca de informações entre a inteligência do Exército e da Polícia do Rio. Como se a própria polícia fluminense também não fosse alvo de intervenção por parte da União, já que a corrupção abunda tanto na corporação civil quanto na militar. Ao menos Freixo se poupou de sugerir mais iluminação pública para diminuir a criminalidade e violência.


O bando que apóia Marcelo Freixo e Alessandro Molón é o mesmo bando que apóia o regime chavista, que apóia o plano criminoso de poder do Partido dos Trabalhadores que defende que o condenado em segunda instância se torne presidente da República para concluir a agenda nefasta da extrema-esquerda. Não surpreende que estejam contra a intervenção do governo federal no Rio de Janeiro. O que surpreende é ver a habilidade estelionatária do grupo: produzem um vídeo centrado em Marcelo Freixo, virtual candidato do PSOL ao governo do estado. Colocam como coadjuvantes sociólogos, jornalistas, artistas e figuras subalternas. Tudo centrado nele. Depois dizem que é Temer quem toma ações baseadas apenas em cálculo político.


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