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Kennedy e Rizek reforçaram fraude da falsa censura contra Tuiuti, já desmentida pela agremiação. Dois deploráveis que emporcalham o jornalismo


Olhem bem para estes dois senhores: um é bem conhecido da política, o impagável gênio da análise "imparcial" Kennedy Alencar. O outro é o jornalista esportivo André Rizek, isentão tanto nas análises esportivas quanto nas análises políticas. Como bom isentão, sempre diz pender para a moderação enquanto abraça o radicalismo mais incendiário.

Pois é. Estes dois figuras aproveitaram a onda de boatos para praticar o que os isentões mais gostam, que é pregar a agenda da extrema-esquerda nos momentos de confusão, quando ninguém está olhando. Kennedy publicou em seu blog uma "análise" em que dizia ser preocupante a possível "censura" contra a faixa presidencial usada pelo bufão que desfilou de Vampirão na Paraíso do Tuiuti. Já André Rizek preferiu "lacrar" no Twitter demonizando ao mesmo tempo o governo e a intervenção federal decretada no estado do Rio de Janeiro, repetindo o que parece ser um comando também adotado por Kennedy.

Eis o texto do Kennedy Alencar. A publicação de André Rizek segue abaixo.

É grave suspeita de censura à Paraíso do Tuiuti

Começou mal intervenção federal no Rio
Se o governo queria diminuir a repercussão da sátira ao presidente da República, errou feio ao supostamente pressionar a Paraíso do Tuiuti a retirar a faixa presidencial do “Vampirão Neoliberalista” no desfile das campeãs do Carnaval carioca
É um episódio grave. Trata-se de censura, se estiver correta a versão de que um ministro teve a ideia de jerico de pressionar a escola. Se for um episódio de autocensura, porque a Presidência nega pressão sobre a Paraíso do Tuiuti, também é grave.
As escolas de samba não devem temer apenas o governador ou o prefeito do Rio. De agora em diante, deverão pisar em ovos para não melindrar o governo federal e as Forças Armadas.
O “Vampirão Neoliberalista” é uma sátira política legítima. Expressou opinião de parcela da sociedade. A escola tem o direito de criticar o presidente da República, de condenar a reforma trabalhista e de achar que manifestoches tiveram papel fundamental num golpe parlamentar contra a então presidente Dilma. Uma outra parcela da sociedade tem o direito de discordar.
Quando ocorre uma censura ao livre debate de ideias, vemos cenas parecidas com aquelas da ditadura militar de 1964. É uma ironia que um governo do PMDB, tanto no nível federal quanto no estadual, esteja no centro de um episódio de censura. Esse caso mostra que começou mal a intervenção federal no Rio.




O fato é que pouco depois a censura foi desmentida pela própria agremiação, cujo presidente ainda acusou a esquerda da qual tanto Rizek quanto o irmão do Beckembauer Rivelino fazem parte. Como é de praxe, nenhum dos dois tocou mais no assunto.

Seria o caso de rir de figuras tão patéticas se não soubéssemos que há cálculo político por parte de quem espalha certas mentiras. Não é preciso afirmar, basta lançar suspeitas e apontar cenários apocalípticos, como fez Kennedy ao sugerir "autoritarismo". Ou de querer lacrar ao relacionar uma intervenção federal necessária com um episódio menor. Notem o quanto foram rápidos em estabelecerem suspeitas mesmo diante de tantas evidências contrárias.

Trata-se de um papel vergonhoso. É simplesmente nefasta a atuação de pessoas deste naipe no jornalismo, emporcalhando o ofício com a militância em prol de um grupo que só chegou ao poder por contar com um elaborado plano criminoso de tomada do Estado. Impeachment não é golpe, golpe é reforçar mentiras midiáticas para colher dividendos políticos para qualquer grupo que seja.

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