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Jorge Pontual sobre fuzil utilizado em massacre nos Estados Unidos: "No Brasil só bandidos têm este tipo de arma"


O jornalista Jorge Pontual é famoso por suas gracinhas. Depois de interpretar Chewbacca lamentando a morte da atriz Carrie Fischer e de utilizar tudo que é referência adolescente para acrescentar algum aspecto minimamente interessante no péssimo e moribundo jornalismo da Globo News, Pontual resolveu aproveitar o episódio do tiroteio na escola da Flórida para defender o desarmamento civil. Para ele o Brasil é exemplo, já que por aqui "apenas bandidos têm este tipo de arma".

Isso explica muita coisa, como a barbárie que aconteceu no Rio de Janeiro no Carnaval, os quase 60 mil homicídios, a carnificina nos grandes centros urbanos e a incerteza do cidadão em saber se vai voltar vivo para casa ou não. Quando acontece algo fora da curva, como o frentista que matou os playboys que queriam linchá-lo, a porca imprensa logo tenta colocar a vítima como agressora relembrando o caráter das vítimas, retratando peças fictícias em que estas pessoas eram "gente de família". Como se gente de família resolvesse linchar trabalhadores após serem repreendidos por urinarem em um posto de gasolina. Como se até bandidos não tivesse família.

Pontual sempre teve uma atuação vergonhosa no jornalismo, mas até então nunca havia investido diretamente contra a dignidade de um povo. Ou melhor: dois povos. Ele ofende os americanos ao sugerir que eles adotem práticas próprias de republiquetas e de países governados por ditaduras, como é o caso da política de rígido controle de armas. Do outro ele ofende os cidadãos brasileiros que sofrem com a violência diária. Pontual e seus patrões da Rede Globo querem manter exatamente este estado de coisas: nos querem como ovelhas no matadouro.

Não preciso aqui discorrer sobre o caso do atirador da Flórida, deixo apenas algumas referências úteis: Movimento Viva Brasil, Senso Incomum, Rodrigo Constantino e tantos outros que furam o bloqueio da grande mídia sobre o que de fato está acontecendo nos Estados Unidos. Nada dos filtros, das meias verdades ou da mera reprodução de textos da CNN, New York Times e afins. Só lembro que o jornalista que pariu esta pérola é o mesmo que taxou Donald Trump de "radical" e "extremista de direita" porque o presidente americano chamou o ditador venezuelano Nicolás Maduro de "ditador".

Pois é. Não há mais o que dizer sobre este senhor.

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