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Defender o curso da UNB sobre "Golpe de 2016" é pagar pela corda que nos enforcará no futuro


Após o anúncio de que o professor Luis Felipe Miguel ministraria um "curso" na Universidade de Brasília sobre "o Golpe de 2016", o Ministério da Educação resolveu interferir naquele deboche acionando o Ministério Público Federal. Ato contínuo, a extrema-esquerda resolveu gritar que a iniciativa era uma tentativa de "censura". E como sempre acontece nessas ocasiões, parte da direita burra resolveu sair a campo junto com os esquerdistas dizendo que "não há problema algum". Analistas mais inflamados resolveram até aproveitar o expediente para dizer que o Escola Sem Partido é censura.

Pois bem: não há absolutamente nenhum aspecto defensável na realização deste curso, ou melhor, desta "disciplina". Trata-se de uma fraude intelectual, histórica e política. Todos sabem disso, até o professor militante que resolveu parir esta monstruosidade travestida de rotina acadêmica.

O ambiente universitário de fato é plural, portanto aberto a qualquer posição política. Não é o que se vê no meio acadêmico brasileiro, onde universidades se transformaram em madrassas marxistas e as escolas do ensino fundamental ao médio se transformaram em meras categorias de base da militância de extrema-esquerda. O caos foi propiciado pelo General Golbery do Couto e Silva, que decidiu trancafiar a esquerda na academia usando a bizarra tese da "panela de pressão". Lembra e muito o Dustin Henderson de Strangers Things, com sua maravilhosa idéia de criar um demogorgon em um aquário. Mas enfim, as consequências foram terríveis tanto na série quanto no meio acadêmico brasileiro.

O fato é que esta gente passou a acreditar que tem direito de utilizar o equipamento público como seu instrumento de luta. Independente do que eles acham, é nosso dever impedir que psicopatas organizados realizem seus desejos. É bem simples, seja por questão de dignidade civil quanto de segurança nacional.

Agora temos imbecis de direita e inocentes "bem-intencionados" pedindo que a disciplina seja mantida, já que o contrário é censura. Errado: o contrário disso é anarquia. Se for para fazer prevalecer a mentira, que se queimem os livros, que se rasguem as leis e que se decrete de uma vez a selvageria, já que é isso que a extrema-esquerda pretende com esta tese fraudulenta que afronta tanto a história recente quanto a realidade dos fatos atuais. Onde já se viu falar em golpe e estado de exceção por meio de impeachment, contra uma quadrilha instalada no poder que por muito pouco não jogou o país no abismo?

Sei que muitos direitistas afetados e supostos defensores do estado democrático de direito irão falar barbaridades, o que é muito natural. Como não somos seita, costumamos ter entre nós os tipos mais desconectados da realidade. Gente que não percebe a real natureza das coisas. Muitos dos que vociferam contra a decisão do MEC defenderam a tentativa de golpe janotista, a agenda progressista travestida de "arte" e outras barbáries recentes impetradas pela esquerda. Nada surpreende vindo deles. Até o grande João Pereira Coutinho se rebaixou ao falar sobre algo baseado unicamente no que leu na Folha de São Paulo e no que assistiu na Globo News. Ora, é natural que gente de menor expressão agora defenda uma tentativa clara de golpe contra a verdade.

Deve ficar claro que ninguém impediu o professor militante de ministrar seu curso. O que não queremos é pagar pela corda que nos enforcará, o que é nosso direito consagrado nas leis brasileiras. Se o professor quiser seguir adiante com seu planfletarismo, pode muito bem fazer uma parceria com a Fundação Perseu Abramo, aquele think thank ligado ao Partido dos Trabalhadores cuja finalidade é exatamente esta: elaborar teses que fundamentem a agenda daquela organização criminosa. Se o militante preferiu se travestir, foi com a clara intenção de enganar. 

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