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Comunista da "farsa do ovo", Vanessa Grazziotin quer censurar grupos de Facebook e Whatsapp



Leio no Diário Nacional

DF — Um projeto que pretende a regulação estatal sobre grupos de redes sociais, como Facebook, Whatsapp e outros, está avançando no Senado Federal.
Se trata do PLS 347/2016, da senadora comunista Vanessa Grazziotin, PCdoB. Segundo a proposta dela, os usuários com contas no Facebook, Whatsapp ou Telegram teriam de ser consultados antes de serem incluídos em cadastros e grupos, ou precisariam de convites para participar de eventos em redes sociais.
De acordo com o texto, o ‘ônus da prova’ do consentimento do usuário caberá ao provedor da aplicação. Se não tiver havido autorização prévia, o provedor “terá a obrigação de reparar os danos decorrentes do uso indevido dos dados do internauta”.
Por incrível que pareça, esse projeto foi aprovado na quarta-feira, 7, pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e terá que passar por votação final na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) do Senado Federal antes de chegar ao Plenário.
As informações são do ILISP.

Que coisa... Vanessa Grazziotin anda preocupada com a honra, verdade e justiça? Mas não é a mesma que protagonizou a patética "Farsa do Ovo", quando forjou um suposto ataque que teria partido de militantes da campanha de Arthur Virgílio Neto? Na ocasião a comunista estava no segundo turno perdendo para o tucano, quando se viu na iminência de enfrentar seu adversário em um debate na TV em Tempo. Para refrescar a cabeça do leitor, resgato um texto que está na antiga plataforma do blog no Wordpress


O ano era 2012. A senadora comunista Vanessa Grazziotin disputava a prefeitura de Manaus nas eleições municipais. Seu principal adversário era o ex-senador tucano Artur Virgílio Neto, que tentava retomar sua carreira política após ter perdido as eleições de 2010. Artur aparecia como favorito, enquanto a candidata apoiada pelo governo aparecia em segundo lugar. Vanessa apostou na radicalização do discurso e em ataques cada vez mais baixos ao seu adversário, incendiando a campanha e acirrando os ânimos de ambos os lados. Foi quando veio o debate na TV em Tempo.
No dia do debate, como é de costume, os candidatos se cercaram de suas militâncias. Como era de se esperar, houve bate-boca, vaias, empurra-empurra e ofensas entre os anônimos que foram ao local apoiar seus candidatos. Ocorre que de um dos lados haviam comunistas e petistas. Essa gente joga baixo.
Quando desceu do carro, Vanessa topou com um grupo de militantes tucanos. Houve um pequeno tumulto, alguns seguranças interferiram e a candidata conseguiu entrar na emissora. Ocorre que quando adentrou o prédio, a candidata alegou ter sido agredida fisicamente pelos militantes, e relatou ter sido alvo de um ovo na cara. Chegou com a cara toda melada e com ar de choro, comovendo os incautos que estavam no local. Já chegou usando o episódio no debate, alegando que o mandante era o candidato Artur Virgílio. No dia seguinte ingressou com processo contra o tucano no Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas por conta da agressão. Mesmo no meio da confusão, ela alegava ter certeza do envolvimento do deputado federal Pauderney Avelino na história.
“Foi um ato planejado que partiu de um grupo que foi para a frente da emissora de forma organizada, (…) a serviço de um candidato concorrente e portava bonecas que representavam bruxas, cartazes denegrindo a minha imagem e ovos na mão (…). Sofri uma agressão como nunca a cidade de Manaus viu nos últimos tempos”
O caso gero indignação nas redes sociais e a já conhecida reação raivosa da esquerda e dos movimentos feministas. Como na época ninguém sabia dos áudios de Lula, não havia a exata dimensão do cinismo feminista. A então petista Marta Suplicy repudiou o episódio. “Acredito que mulheres políticas devem ser ainda mais respeitadas! Toda a minha solidariedade, senadora Vanessa, e tenho certeza de que o povo de Manaus saberá honrá-la”. O tempo que é senhor da razão tratou de esclarecer as coisas. Aliás, quando Jaques Wagner afirmou que Marta merecia levar porrada para não ser vira-casaca, ninguém do PCdoB ou PT se solidarizou. Nem mesmo Vanessa.
Pouquíssimos dias depois, a campanha de Artur Virgílio teve acesso a fotos dos momentos que se seguiram ao enfrentamento de Vanessa e dos militantes. Fotos que mostravam a senadora com a cara limpa, enquanto um homem aplicava algo em sua testa. De fato, se observarmos as imagens de maneira mais atenta, é possível ver que aquilo sólido na testa de Vanessa eram adesivos laminados. Confrontada pela campanha de Artur Virgílio, a comunista disse que se tratava de cuspe. E foi assim quem registrou a agressão no boletim de ocorrência.
Isso é tudo que precisa ser dito sobre Vanessa e qualquer outro comunista: assim como guerra é paz e opressão é liberdade, para eles verdade é mentira e liberdade é ameaça. Por isso que a senadora quer aprovar na surdina um projeto de patrulha contra as redes sociais. A farsante do ovo pode não ter conseguido colocar as garras sujas na prefeitura de Manaus, mas certamente não perdeu sua tara totalitária. 


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