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A esperteza do PSOL: lançam candidatos inviáveis apenas para se juntar ao PT em eventual segundo turno


As lideranças do Partido Socialismo e Liberdade podem ser chamadas por vários nomes: degenerados, golpistas, extremistas, violentos, fascistas, bolivarianos, stalinistas, escória, esgoto e qualquer adjetivo semelhante. Só não podem ser chamados de burros. A última do partido deixa isso muito claro.

O partido resolveu lançar dois pré-candidatos a presidência e a vice-presidência pelo partido. O presidenciável é o líder do MTST, Guilherme Boulos. Sua vice seria a ativista indígena Sônia Guajajara. Dois sujeitos sem qualquer chances de vitória. Está aí o pulo do gato do partido.

O PSOL sempre foi um apêndice do petismo, a franja adolescente, o playground da militância vermelha. Desde que Luciana Genro, Heloísa Helena, Babá e outros radicais saíram do partido saíram do PT, a intenção foi defender publicamente pautas que causavam constrangimento para o partido governista. Enquanto o PT se fingia de moderado, o PSOL avançava nas pautas extremistas. Durante todo o tempo o PSOL fingia independência do PT, para apoiar o partido em todas as questões fundamentais. A dinâmica só mudou quando o PT foi atingido pela Operação Lava Jato. Aí o PSOL teve que sair das sombras para apoiar Dilma em sua reeleição, se posicionando depois contra o impeachment e contra a prisão de Lula. Também afetou a estratégia do partido: o que fazer em 2018, apoiar Lula e assumir a condição de cadela do petismo ou dividir os votos da extrema-esquerda com uma candidatura minimamente sólida?

A solução para não perder o discurso e fazer o mesmo de sempre foi lançar o odioso Boulos e a indígena obscura. Boulos é odiado de norte a sul do país, rejeitado por seus atos terroristas e totalitarismo galopante. A vide não agrega em nada, é mais uma caricatura em um festival de horrores. É algo que não funciona direito nem no DCE, onde as almas jovens da extrema-esquerda se descobrem desde cedo inclinadas ao petismo e ao culto lulista.

Sendo assim é preciso reconhecer a esperteza do PSOL: o partido lançará duas nulidades para a presidência, que não roubarão votos de ninguém. Não espantaria se os próprios militantes do PSOL "lacrassem o 13 na urna" logo no primeiro turno. Depois de lançarem esta chapa "independente, progressista e renovadora", os psolentos dirão que é necessário ser pragmático e apoiar Lula ou quem quer que seja o candidato petista no segundo turno. O farão com a cara lavada típica dos estelionatários. E seguirão em seu papel de cadelinhas do petismo.



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