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A campanha da Globo contra Gusttavo Lima é intimidatória, covarde, suja e fascistoide


Não foi só a matéria sobre fake news que fez a Rede Globo ser assunto no último domingo. A emissora também exibiu uma das matérias mais covardes já feitas pela imprensa brasileira, tendo como alvo o cantor sertanejo Gusttavo Lima. Com a adoção de um discurso intimidatório, a Globo só provou o quanto é fascista, covarde e suja em seus métodos. 

O sertanejo recentemente se posicionou como favorável ao direito de porte e posse de armas, além de ter manifestado seu apoio ao deputado federal Jair Bolsonaro. Foi o suficiente para virar Geni aos olhos da Rede Globo. A emissora chegou a relacionar o vídeo do cantor com o tiroteio na escola da Florida, ignorando o fato de se tratar de uma zona desarmada (gun free zone). Nunca se viu nada parecido. O mero posicionamento do cantor fez com que uma redação inteira parasse tudo o que estavam fazendo para produzir uma campanha difamatória cujo único interesse era assassinar a reputação de um artista. 

Gusttavo Lima não precisa de defensores, ele provou que sabe exercer seus direitos previstos na Constituição e na Declaração Universal dos Direitos Humanos: "Todo ser humano tem direito à liberdade de opinião e expressão; este direito inclui a liberdade de, sem interferência, ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações e idéias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras". Só por este ponto Gusttavo não precisa de defensores, já que ele se posicionou de acordo com sua consciência.

O que cabe aqui é defender estes mesmos direitos da sanha intimidatória de quem almeja para si o monopólio da comunicação: a Rede Globo merecia ser processada por conta da tentativa de golpear uma voz que diverge de seu corolário. A nefasta organização tentou cortar a garganta de um crítico associando seu posicionamento a malucos extremistas porque o grupo só tolera quem prega as mesmas bandeiras defendidas pela República Autônoma do Projaquistão e a República Popular do Leblon. Tudo o que for diferente de Sônia Braga, Caetano Veloso, Paula Lavigne e outras excrescências deve ser triturado.  

Não cabe aqui qualquer concessão a emissora: a emissora que tentou derrubar um governo legítimo para  trazer de volta a extrema-esquerda se voltou contra um único indivíduo que ousou exercer seus direitos de cidadão, o que é completamente inadmissível. Gusttavo Lima tem tanto direito de se manifestar quanto os funcionários da Globo que fazem parte do culto lulopetista, que abraçam criminosos e acalentam sonhos de totalitarismo para o Brasil. A matéria do Fantástico deixa um alerta grave: se uma emissora é capaz de uma campanha de ódio contra um único indivíduo que dela diverge, imagine o que não fará com a sociedade caso contrariada?



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