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74,1% dos brasileiros compreende que a intervenção é necessária, rechaçando tudo o que foi plantado na mídia pelos agentes da extrema-esquerda


Levantamento do Instituto Paraná Pesquisas revela que 74,1% dos brasileiros apoiam a intervenção federal no estado do Rio de Janeiro. A pesquisa revela mais do que isso: a esmagadora maioria dos cidadãos entende que a questão não será resolvida com soluções infantis ou com qualquer saída anestésica. Mais importante de tudo é que a população entendeu que a situação do RJ merece uma ação imediata, ainda que não seja a solução definitiva para o estado. 

O que tem se visto nos últimos dias foi isso: a extrema-esquerda que sempre apontou o dedo para o governo Michel Temer para acusá-lo de omissão na questão da violência é a primeira a querer plantar notícias e falsas teses na imprensa para desacreditar seu decreto. É a mesma que tenta confundir o cidadão com cortinas de fumaça e miragens supostamente humanistas que só favorecem dois setores da sociedade brasileira: o crime organizado que controla parcelas do Estado como poder paralelo e a própria extrema-esquerda, que hoje controla certos corações e mentes como seus fantoches. 

É verdade que a violência e criminalidade são problemas nacionais, e que apenas a intervenção não resolverá o caos fluminense. Mas também é verdade que se deve começar partindo de algum lugar, de preferência onde a doença se manifesta com mais intensidade. 

Neste ponto cabe destacar a fala do deputado federal Rodrigo Garcia (DEM-SP): 

É uma matéria de interesse nacional (...) A intervenção na segurança do Rio não é uma oportunidade apenas de se restabelecer a lei e a ordem naquele estado, mas é uma oportunidade inclusive de procurar experimentar avanços na segurança pública de todo o Brasil. Aprovar aqui o decreto de intervenção na segurança do Rio de Janeiro é ajudar a resolver o problema da segurança pública em todo o país

Os 74,1% que apoiam a intervenção se posicionam desta forma exatamente por conta do ponto levantado pelo deputado: o que for feito no Rio de Janeiro poderá servir de precedentes no resto do país, seja para resolver a questão ou para não repetir erros na condução policial naquele estado. O que der certo no Rio de Janeiro poderá servir em qualquer estado da federação. Mais importante do que a questão de estado é a questão humana: não é admissível que cidadãos brasileiros sejam tratados como propriedade de um poder paralelo controlado pelo crime organizado. O governo brasileiro por anos se omitiu nessa questão, que deve em fim ser enfrentada por uma questão maior, que é o direito a dignidade expresso na Constituição de 1988 (uma constituição imperfeita, mas a única que temos). A intervenção no Rio é a luta da civilização contra barbárie. Barbárie, que como dito anteriormente, só interessa aos agentes da extrema-esquerda que dela se nutrem politicamente. 



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