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Patética acusação de abuso sexual contra o feminista Aziz Ansari mostra que ninguém está a salvo do neo-stalinismo feminista


O ator indiano-americano Aziz Ansari é um dos grandes nomes do entretenimento que mais tem apelo entre os millennials, a geração de garotos mimados criados com os confortos do capitalismo que não só se mostram frágeis e mimados como também abominam o capital. Dono de grande talento e sério candidato a se tornar o próximo Jim Carrey. O cara é bom, mas possuí um dos defeitos típicos dos que ingressam no mundo do entretenimento: se ajoelhou diante do altar do esquerdismo soft e do politicamente correto ao ponto de se declarar "feminista" e participar daquela pantomima da Convenção das Bruxas no Globo de Ouro. Recebeu seu prêmio pela série Master of None vestido de preto e com o bottom da campanha "Times Up", que nada mais foi que um palanque eleitoral para Oprah Winfrey e o Partido Democrata.


Isso foi há pouco mais de uma semana. Após apoiar a campanha de ódio aos homens pregada por demagogos e radicais de esquerda, o próprio Aziz se tornou vítima da rede de difamação. Uma moça relatou no portal feminista Babe que fora vítima do comediante. O relato é o mais bizarro possível: segundo a moça, os dois se conheceram no bar, trocaram telefones e se encontraram para um jantar. Após o jantar foram para o apartamento de Aziz, onde beberam e começaram a se beijar. Ambos se despiram consensualmente até o momento em que o ator manifestou a vontade de penetrá-la. Neste momento ela disse não. O que Aziz fez? Recuou, se vestiu novamente e a noite acabou com ambos assistindo Netflix. Aziz ainda chamou um Uber para a moça, que ao site relatou que aquela foi "a pior noite da sua vida". 

A pior noite da vida... Falar não para um cara e ele respeitar o não. A questão para a moça que se identificou como "Grace", o problema é que antes do não o ator ignorou "todos os sinais não verbais que ela emitiu dizendo que não queria penetração". Foi necessário verbalizar para que ele recuasse. Mas fica pior: a moça diz que no dia seguinte recebeu uma mensagem do ator perguntando como ela havia passado desde a "festa do dia anterior". Ao Babe ela diz que o que ele chamava de festa havia sido um pesadelo para ela, ou "o pior dia de sua vida". 

É uma acusação bizarra, como destacou até o ultraprogressista New York Times, aquele pasquim que desejou barrar Donald Trump e pavimentar o caminho da Casa Branca para uma ex-advogada de estupradores acusada de acobertar crimes praticados pelo marido usando como argumento uma fita gravada ilegalmente há mais de dez anos. Segundo a jornalista Bari Weiss, Aziz só poderia ser considerado culpado de não saber ler mentes. Não temos muito o que dizer sobre a moça que fez a acusação: trata-se de uma louca que pretende destruir a vida de um inocente. 

Vejam que já temos aí dois atores responsáveis pelos atos do Tribunal do Santo Ofício de Hollywood: o New York Times, que passou a instrumentalizar acusações vazias para destruir Trump nas eleições e Aziz Ansari como representante dos fracos que se curvam ao politicamente correto para participarem das grandes cerimônias, das menções honrosas por porta-vozes satânicos como Seth Meyers, que se rastejam em troca das migalhas que o status quo democrata fornece. 

Notem que a moça em momento algum dá detalhes sobre qualquer crime praticado pelo ator, nem ao menos menciona qualquer desrespeito por parte dele. Não aqueles conhecidos em nosso mundo. O que ela tenta fazer é criminalizar o homem que imaginou que fosse praticar sexo casual sem maiores consequências, e que simplesmente parou com as investidas diante da primeira negativa. Se perguntada, "Grace" dirá que Aziz é culpado não por ser algum estuprador ou assediador, mas por ser homem. 

Como foi dito em textos anteriores, o establishment hollywoodiano foi hábil em transformar as denúncias contra Harvey Weinstein em um libelo contra os homens, o patriarcado, o conservadorismo e qualquer vestígio de ocidentalismo democrático. Mas muitos porcos resolveram brincar de inquisição para promoverem suas agendas políticas em meio ao caos, algo semelhante ao que foi feito por grupelhos de esquerda aqui no Brasil no bojo da Operação Lava Jato e da indignação com a corrupção. No fim das contas se esquece da Justiça em troca do justiçamento. E aqueles que se colocaram como serviçais da infâmia se tornam vítimas dos falsos moralistas. Se até um sujeito como Aziz Ansari se torna alvo, sendo obrigado a se explicar por uma acusação tão boçal, imagine os pobres mortais que não pertencem ao culto esquerdista. Aziz é a prova de que ninguém, absolutamente ninguém, está a salvo do neo-stalinismo feminista.


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