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Ministério Público Fascista obriga Santander Cultural a organizar duas exposições falando em "gênero e sexualidade"


Notícia da Gazeta do Povo:

A medida faz parte de um Termo de Compromisso Consensual assinado pelo presidente do Santander Cultural, Marco Madureira, junto à Procuradoria Regional dos Direitos dos Cidadãos do Ministério Público Federal do Rio Grande do Sul no dia 20 de dezembro.
Segundo o entendimento do MPF houve eventual lesão à liberdade de expressão artística em decorrência do encerramento antecipado da exposição, em setembro do ano passado, após acusação de que as obras faziam apologia à pedofilia, zoofilia e ofendiam símbolos religiosos - o que não ocorreu, segundo acredita o MPF.
"A intolerância, em especial quanto às questões de gênero e orientação sexual, está diretamente ligada ao encerramento precoce da 'Queermuseu', então nada mais coerente do que debatê-la por meio de uma nova exposição", afirma Enrico Rodrigues de Freitas, procurador regional dos Direitos do Cidadão (PRDC). 
Uma das novas exposições deve abordar obrigatoriamente a temática da intolerância em quatro eixos: gênero e orientação sexual, étnicas e de raça, liberdade de expressão, e outras formas de intolerância. A outra mostra vai tratar sobre as formas de empoderamento das mulheres na sociedade contemporânea, a diversidade de gênero feminina, incluindo questões culturais, étnicas e de raça, de orientação sexual e de gênero. As exposições devem permanecer abertas por aproximadamente 120 dias. 
Caso não cumpra o acordo, o Santander Cultural estará sujeito a pagar uma multa de R$ 800 mil. A instituição afirmou que não vai se pronunciar sobre o assunto.

Este é o Ministério Público Federal, aquela corporação vinculada a casta jurídica que tem sido elevada ao patamar de Associação Redentora da Moral por brasileiros desesperados, desacreditados e por outro tanto que são apenas oportunistas. O MPF sempre foi o valhacouto dos aspirantes a tiranos, dos tietes de ditaduras, dos apóstolos de carniceiros. Não espanta que esta instituição tenha obrigado o Santander Cultural a promover este tipo de exposição em retaliação ao encerramento da mostra Queermuseu.

Só para relembrar: o Santander é uma instituição privada que optou por encerrar a mostra para conter os danos provocados a imagem da empresa. Exerceu um direito previsto na Constituição. Daí vem os valentes do MP emulando as adolescentes progressistas das redes sociais ao decidir que "vai ter exposição falando de gênero SIM, vai ter exposição falando de sexualidade SIM". Falta apenas emendar no acordão a infame expressão: "a família tradicional brasileira chora".

Já pedi aqui no blog que os heróis do entorno de Rodrigo Janot ou de Carlos Fernando dos Santos Lima fossem indagados a este respeito. Janot era auxiliado por Deborah Duprat, a monstruosa procuradora que reafirmou a ideia de que a criança pertence ao Estado e não aos pais (os nazistas concordam). Já Carlos Fernando, o Valoroso Varão de Curitiba andou comentando de forma indireta que os críticos da exposição eram fascistas. Passou em branco porque qualquer crítica contra ele pode ser entendida como um "ataque a Operação Lava Jato". Eles são calculistas o suficiente para implementarem sua agenda travestidos de moralistas, assim como fazem Luiz Roberto Barroso e Luiz Fux no Supremo Tribunal Federal. Querem criar uma cortina de fumaça, já que ninguém desconfia de quem fala em combate a corrupção.

Quando se diz que o Estado democrático de Direito corre risco no Brasil, muitos afirmam que isso não passa de escudo de bandidos. Mas é fato. Tanto que uma corporação consegue obrigar uma instituição a organizar uma mostra sobre ideologia de gênero mesmo após ampla repercussão negativa por parte da sociedade. Eles sempre estiveram acima da Lei, agora querem é definir a lei por meio de gambiarras. Malditos sejam os que aplaudiram as obscenidades quando elas começaram. Quando o sonho do MPF e do Judiciário se concretizar e o Brasil houver se consolidado como um soviete tupiniquim, seus cúmplices morais não poderão reclamar. Não por falta de aviso, mas sim por ser tarde demais. 

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