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Jornalista que acusou Arthur do Val de extremismo é comunista e ex-funcionária do Vermelho.Org


No o último dia 05 a revista Istoé publicou uma matéria completamente venosa sobre o cenário político, classificando alguns atores da internet como "radicais de extrema-esquerda ou direita". Intitulada "Os exércitos do ódio", a matéria foi produzida pela jornalista Fabíola Perez Corrêa.

O texto traz uma série de ilações e falsas simetrias, como a comparação pobre entre Arthur Moledo do Val e Sininho, a ativista black bloc que foi mentora intelectual do assassinato do cinegrafista Santiago Andrade, da Rede Bandeirantes. A matéria fica ainda mais nebulosa por dois elementos fundamentais: a nivelação por baixo entre práticas de intimidação, calúnia e difamação praticadas por esquerdistas citados na matéria como Rodrigo Pilha e Stanley Burburinho não tem qualquer paralelo conhecido na Direita, assim como não se vê qualquer prática criminosa ou antidemocrática na atuação de Arthur do Val ou Marcello Reis, do Revoltados Online.


Não é o único "equívoco", já que a jornalista menciona Arthur Moledo do Val como "apoiador de Jair Bolsonaro". Mentira tão gritante que talvez dispensasse maiores explicações. Quem frequenta o ecossistema da Direita brasileira sabe que os apoiadores mais radicais do clã Bolsonaro abominam não só o youtuber Mamãe Falei como também o próprio Movimento Brasil Livre e qualquer figura que não aceite o pré-candidato presidencial como seu legítimo Salvador. Isso poderia passar batido não fosse a informação correta apresentada na matéria de que o editor e comentarista político Carlos Andreazza já foi alvo de ataques pesados por parte dos apoiadores de Bolsonaro. As vendetas com Arthur e o MBL ficam claras na pesquisa, e só não foram incorporadas a matéria por cálculo da jornalista.

Mas quem é a jornalista? Este é o perfil dela no Linkedin:




Uma busca na internet mostra um vídeo muito interessante em que a moça aparece como nova integrante do portal Vermelho.Org, veículo de mídia ligado ao Partido Comunista do Brasil. O próprio perfil da jornalista no Linkedin aponta a ligação entre o portal e o partido de extrema-esquerda. Olhem só a moça toda faceira apresentando o novo portal ligado ao partido que fez manifesto em solidariedade ao ditador da Coreia do Norte. Além disso trabalhou para a Rede Brasil Atual, outro tentáculo petista na mídia. Isto é um grande plot twist: a moça que confere aos outros o rótulo de extremista atuou em um veículo que apóia ditaduras e o fim da democracia no Brasil, características próprias, vejam só, do extremismo. De esquerda, no caso.

Como se repete neste site como se fosse chavão, jornalista equivocado ou péssimo profissional é algo tão raro nas redações brasileiras quando formadores de opinião de direita nos programas da GloboNews. É algo mais raro que cabeça de bacalhau ou enterro de anão. O que existe na maioria dos casos são militantes travestidos de jornalistas envenenando o debate público com seu estelionato retórico.

Parafraseando Dilma (de novo): quando você ver um jornalista cometendo erros grotescos que favorecem uma agenda, haverá sempre uma figura oculta, que é um militante de extrema-esquerda atrás.


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