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Diretor do Datafolha insinua que "Eleição sem Lula é fraude". É a última pá de cal na reputação do instituto do Grupo Folha



Como se não bastasse a pesquisa completamente desconexa dos fatos, onde números são manipulados para projetarem um cenário favorável ao ex-presidente Lula, o diretor do Datafolha ainda declarou que "a inelegibilidade de ex-presidente Lula aprofunda crise democrática". Significa. O comentário que fez a festa dos portais de extrema-esquerda diz muito sobre o Datafolha e sobre as ações do Grupo Folha como um todo.

Vamos lembrar que esta pesquisa chegou a sofrer um pedido de impugnação por parte do deputado federal Jair Bolsonaro por conta de perguntas completamente enviesadas que foram colocadas ao público, como o questionamento sobre como as "denúncias" contra o deputado envolvendo funcionária fantasma e uso indevido de auxílio-moradia influenciavam o voto. Quem acompanha este blog e as intervenções pontuais que faço tanto no MBL News quanto nas redes sociais sabe bem que estou longe da posição de defensor daquele senhor, que cheguei até a pegar três dias de gancho no Facebook após denúncias em massa feitas por seus minions. O que não impede de enxergar o claro viés da Folha por trás dessas perguntas. Notem que a pesquisa foi feita uma semana após a condenação do ex-presidente Lula, e que não houve qualquer menção neste sentido em perguntas dirigidas ao eleitor. O que houve foi a fake news sobre denúncias contra o deputado. Bolsonaro não foi denunciado, nem enfrenta qualquer processo. O que houve foi uma série de matérias da própria Folha de São Paulo, veículo ligado ao grupo da qual o Datafolha faz parte.

Mauro Paulino nos dá a certeza de que as imprecisões, lacunas e zonas cinzentas que seu instituto e seu jornal estabelecem sobre os adversários da esquerda não são meros erros ou falta de competência ou perícia por parte de seus profissionais, mas sim por excesso de competência na arte da manipulação. O que o diretor do instituto fez foi repetir com outras palavras o mantra do lulopetismo: o que ele fez foi dizer que "eleição sem Lula é fraude". É o que se concluí a partir de uma afirmação que diz que a resolução da democracia depende da candidatura de um criminoso condenado em segunda instância por corrupção passiva e ocultação de patrimônio, um sujeito que coordenou o maior assalto aos cofres públicos já registrados na história e que arquitetou um plano criminoso de poder. Mauro Paulino tentou repetir o mesmo que os apoiadores do extremismo islâmico alegam a cada atentado contra alvos ocidentais: "Temos que abrir o Ocidente para eles, só assim combateremos o radicalismo". O que Mauro Paulino quer é que o Brasil ceda ao fundamentalismo da seita lulopetista, e por isso trabalha com suas miragens em forma de números. 

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