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Delinquentes e conspiradores que lutam contra prisão de Lula querem incendiar o país


No editorial do sábado, o Estado de São Paulo ataca a decisão de grupos que pretendem livrar Lula da cadeia. O editorial argumenta que não é admissível se criar uma lei ou alterar uma norma apenas para que o chefe da organização criminosa saia impune da condenação imposta pelo Tribunal Federal da 4° Região. Pois é justamente o que anda sendo tramado nos corredores imundos daquela que já foi chamada "corte acovardada" pelo próprio guru da seita lulopetista. O detalhe é que Lula chamou o STF de "corte acovardada" não pela incompetência de seus ministros, mas sim porque os nomeados petistas (que ali ainda formam maioria) tergiversavam em defender os interesses do partido do plano criminoso de poder. Pelo que se vê hoje, Lula certamente mudou de opinião. 

Sim, é preciso ter muita coragem para tratar o direito e a Constituição de forma tão porca. Poucos teriam coragem de agirem de forma tão leviana quanto o ministro Marco Aurélio de Mello, que em plenos pulmões grita contra a prisão de Lula alegando que isto "incendiaria o país". Ou para fazer como Ricardo Lewandoski, que rasgou a lei para garantir que Dilma Rousseff mantivesse seus direitos políticos após a cassação do mandato. Ou como Luiz Roberto Barroso, o usurpador que milita de dia e de noite contra a independência dos poderes para aprovar sua agenda progressista. Como Luiz Fux, que dá canetadas para garantir auxílio-moradia pornográfico para juízes e desembargadores (incluindo sua filha, que foi nomeada pelo governador Luiz Pezão como desembargadora do Estado do Rio de Janeiro). Ou como Carmén Lúcia, que agora pretende rever a prisão após a condenação em segunda instância para que o homem que a nomeou para a corte possa concorrer a presidência da República (afinal de contas, maldito é o cão que morde a mão que o alimenta). 

Justiça seja feita, não é só o judiciário que incorre nestes fatos. A classe política acovardada diante da degradação geral se coloca de quatro para o petismo. Temerosos diante dos avanços da Justiça (tanto a legítima quando a justiça paralela de justiceiros de várias estirpes), preferem que Lula continue solto. Ora, se até Lula pode ser preso, imagine o deputado peemedebista cuja base é "Tapera Pequena de Mato Dentro"? Há ainda os abobados. Muitos se deixam enredar pelas artimanhas psicológicas do petismo, que ruge como se ao seu lado estivesse a disposição de metade dos brasileiros. Quem viu os atos do dia da condenação do chefe de quadrilha sabe que o petismo está moribundo enquanto força popular. Que não arregimenta ninguém, e que de maneira muito incipiente consegue garantir a mobilização dos miseráveis que se vendem por R$ 50 e pão com mortadela. Políticos como o ministro da Justiça Torquato Jardim ou mesmo o prefeito de São Paulo vacilam ao fazerem afirmações irresponsáveis de que "a prisão de Lula incendiaria o país", afirmação que vai ao encontro das bravatas do untuoso Marco Aurélio. 

A impunidade de Lula traria um sentimento de ultraje para o brasileiro que é fustigado pelo estado paquidérmico, por leis quase medievais e por uma economia arruinada pelas estripulias golpistas do petismo. Significaria que as instituições passaram a chancelar a noção de que "todos os brasileiros são iguais, mas que Lula é superior a todos". Sera inadmissível. O cidadão médio que já não confia nas instituições não hesitaria em aderir ao caos da institucionalidade oficializada. A impunidade de Lula mesmo após a condenação em segunda instância garantiria a institucionalização da barbárie e a jurisprudência do caos.

A prisão de Lula não incendiará o país. O país também não se incendiou com o afastamento ou com a cassação de Dilma Rousseff, não se incendiou com a Lava Jato, não se incendiou com o indiciamento, condenação em primeira e segunda instância ou com a condução coercitiva do criminoso de São Bernardo. Os que pretendem usar este tipo de argumento em benefício de Lula se dividem em dois grupos: os muito espertos que costumam dizer que "o criminoso deve ser julgado nas urnas já que conta com grande apoio popular" e os parvos que legitimam este discurso estelionatário por medo. Lula é um cidadão comum que por acaso é um sociopata com aspirações totalitárias, fato que não o coloca acima da lei. Ele deve ser julgado como todos e tratado como todos, sem nenhum zelo a mais ou direito a menos. Caso sua militância se insurja nas ruas, o Estado brasileiro tem a sua disposição as valorosas Polícias Militares e suas tropas de choque, além das Forças Armadas e da Lei de Segurança Nacional para garantirem a ordem pública e segurança institucional. Se os zumbis do lulopetismo tentarem subverter a ordem, temos homens suficientes e presídios disponíveis para receber os rebeldes desordeiros. Todas estas medidas poderão ser tomadas contra eles. O que não é aceitável é que se caia no conto do vigário dos conspiradores e delinquentes que desejam incendiar o país ao garantirem a impunidade do chefe do plano criminoso de poder. Se eles perceberem que podem colocar de quatro o Estado e as leis, irão reivindicar absolutamente tudo. Até nossa alma. 


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