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Catherine Deneuve e outras 99 mulheres corajosas que romperam com a espiral de medo do feminismo e sua agenda stalinista


Catherine Deneuve é uma mulher idosa, já viveu o auge de sua carreira e já consagrou sua carreira. Como tal, resolveu que não era digno abaixar a cabeça para a os censores dos novos tempos. Junto com outras noventa e nove francesas atuantes no meio artístico, acadêmico e jornalístico. Mulheres que não hesitaram em dar a cara a tapa para enfrentar a tirania que se vende como libertadora.

A esta altura todos já sabem da carta e de seu conteúdo, crítico contra a caça às bruxas promovidas pelo meio artístico americano e principalmente muito ciente do que realmente está em jogo. Como pontuou a francesa de origem iraniana Abnousse Shalmani, que já havia denunciado que "o feminismo é uma espécie de stalinismo". As mulheres se uniram para denunciar a intimidação, censura, revisionismo e coerção exercidos por estes monstros morais que assumiram para si o monopólio das virtudes que desprezam.

Claro que o feminismo possuí uma agenda calculada de emasculação do homem, intimidação de adversários políticos, sequestro das mulheres como mero gado ideológico das esquerdas e completa destruição do Ocidente tal como o conhecemos. São ideólogos da barbárie que pretendem castrar moralmente os homens, reduzindo-os a meros fantoches. Para as mulheres é pior, já que a elas será dada toda a liberdade - menos para discordar do feminismo.

O que as feministas e seus fantoches defendem é completamente oposto ao que é garantido pelo estado democrático de direito: defendem execuções sumárias de quem for denunciado, tomando a denúncia como incontestável de culpa. A prática é recorrente por parte de supostos defensores de minorias associados com a extrema-esquerda. O acusado não pode sequer se defender, já que sua reputação manchada será quase uma tatuagem na testa sinalizando a sociedade o crime supostamente praticado.

As cem corajosas ainda denunciam o retrocesso na liberdade de expressão e o caráter fascista de quem quer reescrever a história. As hitleristas histéricas já conseguiram vitórias pelo mundo: o final da ópera Cármen de Georges Bizet teve o final alterado em montagem realizada pelo teatro Maggio Musicale, de Florença. Ao invés de morrer a protagonista, morrerá seu assediador. Na carta as francesas citam a retirada de um nu de Egon Schiele do metrô de Londres e o pedido de retirada de um quadro de Balthus de uma mostra do Metropolitan de Nova York, mas poderiam citar uma miríade de atos regressistas e fascistóides praticados por estas militantes.

O que se vê no Ocidente, sobretudo nos Estados Unidos, é a institucionalização da esquizofrenia. Uma mulher acusou o ator James Franco de assédio e violência por ter, segundo suas palavras, "empurrado a cabeça dela durante o sexo oral". Dispensa comentários. Isso é que James Franco é um progressista de carteirinha. Outros como Donald Trump são simplesmente estraçalhados. Quem não se lembra de que estas indigentes morais queriam ele fora da campanha por conta de um vídeo em que ele é "desrespeitoso com mulheres". O problema com o vídeo é que se tratava de uma conversa privada feita nos bastidores de um programa há mais de dez anos. Nenhuma dessas serpentes disse qualquer palavra contra o ex-presidente Bill Clinton, acusado de uma série de estupros e assédios cujas provas são bem contundentes. Queriam até eleger para a presidência sua mulher, advogada de pedófilos e estupradores antes da política e que usou de todos os meios legais e ilegais para proteger seu marido Bill de qualquer punição.

Não por acaso as feministas já se levantaram contra as cem corajosas. A feminista Caroline de Haas acusou as mulheres de serem "aliadas dos porcos". Pois é. Tudo o que fizeram foi desmascarar o caráter político e totalitário de bruxas militantes que desejam impor o medo a sociedade. Ali está bem claro que deslizes como cantadas não podem ser igualadas com estupros, ainda mais quando não há o elemento do poder envolvido. Mas as vampiras feministas desejam sangue e poder. Para elas a apresentação do Globo de Ouro deve ter sido o ápice do seu reinado do terror, fator decisivo para colocarem as garras no Ocidente com o lançamento de Oprah Winfrey como candidata a presidência dos Estados Unidos. Só não esperavam que a resistência fosse tão forte. O que as corajosas fizeram foi quebrar a espiral do silêncio, denunciando o vilão usurpador pelo nome e sobrenome. Prova maior de que a filósofa Peggy Sastre (que também assina o manifesto) está correta em seu ensaio A Dominação Masculina Não Existe é o fato de que poucos homens tiveram coragem de dizer o que estas mulheres ousaram. O Ocidente respira e resiste.

Para os leitores de francês, a carta publicada no jornal Le Monde (que ironicamente é de esquerda) pode ser lida aqui



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