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Vítima recente da criminalidade, a monstruosa Maria do Rosário certamente seguirá utilizando o mandato para defender criminosos


A internet travou após a notícia de que a deputada federal Maria do Rosário havia sido assaltada em Porto Alegre. A petista teve o carro roubado e pediu socorro a Polícia Militar. Vários memes tomaram as redes sociais, satirizando a parlamentar mais conhecida pela defesa da indignidade e por usar o mandato para defender criminosos de toda a sorte. Mas tenham certeza: isso não fará a petista retroceder.

Até o momento em que este foi publicado, a deputada não havia comentado o fato em sua página. Diante das reações nas redes sociais, é provável que a petista apareça dizendo que é vítima do ódio das redes a ponto de celebrarem o assalto da qual foi vítima.

Comentei em minhas redes sociais que seria mesquinho torcer para que Maria do Rosário fosse vítima de violência e criminalidade, mas que jamais podemos deixar de observar que a deputada que hoje foi vítima de bandidos é uma sádica que usa o mandato para defender os carrascos da sociedade brasileira.

Maria do Rosário investe todas as suas energias em promover o escárnio, a impunidade e a selvageria. Por um lado ela é vítima da criminalidade, por outro a fomenta como parte da agenda suja que seu partido defende.

Maria do Rosário não é bem uma vítima como outra qualquer, apenas uma mãe carinhosa que teve o dissabor de encontrar com alguns de seus filhotes. Certamente a parlamentar deve considerar que o crime e o cárcere privado é crime de menor importância. Para uma fascista como ela, crime é a liberdade de pensamento de culto, a propriedade privada e a vida para os que não comungam de suas crenças partidárias. Isto sim é inadmissível para um comunista.

Se fosse apenas uma alma equivocada defendendo o que achava ser o certo, Maria do Rosário estaria em seu momento de redenção: iria refletir sobre a violência da qual foi vítima e iria dedicar sua vida a corrigir o engano. Mas como se trata de uma mulher monstruosa e abominável que defende bandidos em prol de uma agenda política, talvez até venha a público dizer que a criminalidade é consequência da desigualdade social e que aumentou após o impeachment (que eles cinicamente chamam de golpe). O problema de Maria do Rosário não é a divergência partidária, e sim o caráter defeituoso.

Sendo assim, segue o jogo.


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