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Petista Erika Kokay indiciada por peculato: não era ela que apontava o dedo sujo para tudo e todos?


Deu agora no Metrópoles:

Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou ao Supremo Tribunal Federal (STF), nesta segunda-feira (18), a deputada federal Erika Kokay (PT-DF). A parlamentar é acusada de peculato quando ainda exercia mandato de distrital.
Segundo a denúncia da PGR, a petista e seu então chefe de gabinete, Alair José Martins Vargas, apropriaram-se indevidamente de parte do salário de uma assessora parlamentar que trabalhou com ela entre 2006 e 2007.
Relatório da Secretaria de Pesquisa e Análise da PGR revela que a assessora parlamentar realizou sete transferências mensais para uma conta em nome de Kokay, no total de R$ 13,1 mil, e duas transferências em favor de Alair José Martins Vargas, somando R$ 1,8 mil.
Dodge pede a perda do mandato da deputada, além da devolução do dinheiro e o pagamento de indenização por dano moral no dobro do valor desviado, com correção.
Além dela, a PGR denunciou o senador Sérgio Petecão (PSD-AC), por peculato e falso testemunho; e o deputado federal licenciado Valdir Rossoni, pelo delito de prevaricação.
A pena para o crime de peculato (apropriação por funcionário público de dinheiro ou bem móvel, público ou particular, de que se tenha posse em razão do cargo) é de dois a 12 anos de reclusão, além de multa.
Bom, não é exatamente uma surpresa descobrir que um petista praticou crimes quando o próprio partido é uma organização criminosa que usa registro oficial como fachada tanto para os crimes menores quanto para sua tentativa de tomar o Estado de assalto e assassinar a democracia (essa é a solução final dos idealizadores do Reich petista).
O que causa surpresa é a demora em se denunciar tudo isso. Foi necessário que Raquel Dodge assumisse a Procuradoria Geral da República para enquadrar Erika Kokay, já que Janot estava mais preocupado em conchavos na calada da noite, conspirações palacianas e encontros furtivos em botecos afastados de Brasília.

Sobre Kokay, uma das características mais marcantes dessa criatura são a peçonha e o hábito de sempre falar entre dentes (assim como a comunista Jandira Feghali). A mulher sempre fala por meio de silvos enquanto destila seu veneno, seu falso moralismo e seu libertarianismo de araque. Ela que acusava pastores e lideranças conservadoras de toda a sorte de crimes foi pega colocando cabresto em funcionários. Quem lembra das falas desta indigente moral contra Eduardo Cunha poderia até acreditar que esta senhora fosse uma vestal ou uma franciscana indignada. Que a Justiça seja ágil em remover este monstro do parlamento. Se é verdade que o dinheiro roubado pode parecer pouco para alguns, também é verdade que fora dali ela não poderá encaminhar projetos letais como aquele que autoriza menores de idade a decidirem sobre procedimentos cirúrgicos para mudança de sexo.


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