Ads Top

Descoberta de plano para assassinar Theresa May mostra que Trump estava correto sobre qual deveria ser o foco da primeira-ministra

Já dizia o ex-presidente Fernando Collor de Mello naquela camiseta infame utilizada nas vésperas do processo de impeachment: o tempo é o senhor da razão. Por vezes leva tempo para que a verdade se torne evidente, mas em alguns momentos ela vem a galope. Que o diga a primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May.

Ainda na semana passada, Theresa resolveu ceder aos clamores da extrema-esquerda britânica liderada pelo comunista declarado Jeremy Corbyn, dos simpatizantes do globalismo e dos débeis liderais e conservadores que resolveram abaixar a cabeça ao politicamente correto. Por meio do porta-voz de Downing Street, a primeira-ministra condenou mensagens compartilhadas pelo presidente dos Estados Unidos Donald Trump no Twitter. Trump retuitou três vídeos do movimento Britain First que denunciavam atos de violência praticados por muçulmanos na Europa. As reações ao vídeo foram histéricas e cínicas ao mesmo tempo: um vídeo mostrava um muçulmano destruindo uma imagem da Virgem Maria, outro mostrava um grupo supostamente ligado ao ISIS arremessando um jovem do alto de um prédio e o terceiro mostrava um garoto de feições árabes atacando um deficiente físico na Holanda.

Os críticos de Trump disseram que os dois primeiros vídeos "não demonstravam clareza sobre a ameaça islâmica". Já o do garoto holandês foi respondido pela própria embaixada da Holanda em Washington de forma pusilanime: "O agressor também é nascido na Holanda e foi punido de acordo com a lei holandesa". O que não responderam é: o garoto holandês que agride o deficiente é de origem árabe muçulmana ou não? Sim, ser holandês não significa nada para estes radicais.

O fato é que Trump respondeu de maneira dura: disse que Theresa deveria se preocupar mais com o terror islâmico em seu país do que com as mensagens compartilhadas por ele. Menos de uma semana depois, a realidade atingiu Theresa: o Serviço de Inteligência Britânico descobriu que radicais islâmicos tramavam contra a vida da primeira-ministra. O plano incluía bombas próximo de Downing Street. No meio da confusão eles entrariam na residência e esfaqueariam a líder do governo. Ah, os nomes dos autores do plano são Naa’imur Zakariyah Rahman e Mohammed Aqib Imran. Só falta agora o governo britânico responder que se tratam de cidadãos britânicos e que serão punidos de acordo com a lei britânica.

Theresa May anda mais fraca do que nunca, com medo de que seus pares na Câmara dos Comuns a derrubem a qualquer momento. Dizem que até as reuniões para o chá das cinco preocupam a claudicante primeira-ministra, autora intelectual do fiasco das eleições gerais deste ano. Entrar em um embate retórico com o presidente dos Estados Unidos em nome do politicamente correto, relativizar a ameaça islâmica  e ainda sair perdendo era tudo o que alguém nesta condição não poderia fazer.  


  Curta O Reacionário no Facebook:

[left-sidebar]

Tecnologia do Blogger.