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A mídia mainstream não quis tocar no assunto, mas Obama fez exatamente o mesmo que a criminosa Cristina Kirchner na Argentina


Para quem leu a reportagem bomba do Politico, o silêncio da mídia mainstream mundo afora parece ensurdecedor. As rêmoras que gostam de se alimentar dos restos expelidos por CNN, New York Times e Huffington Post estão calados.

O caso é que o Politico apurou que o acordo nuclear celebrado com o Irã foi nada mais nada menos que parte de um conchavo entre o então presidente Barack Hussein Obama e o grupo terrorista Hezbollah. Para garantir o acordo com o regime dos aiatolás, Obama e suas longa manus passaram a interferir no DEA (Drug Enforcement Administration), o órgão de combate ao tráfico de drogas que é subordinado ao Departamento de Justiça dos Estados Unidos. O DEA operava o Projeto Cassandra, que tinha por finalidade desmontar o esquema de tráfico de drogas (principalmente cocaína) e lavagem de dinheiro operado pelo Hezbollah na América Latina.

Como se sabe, o regime teocrático e medieval do Irã é grande apoiador dos terroristas do Hezbollah, grupo fundamentalista islâmico que atua no Líbano desde 1985. Este inclusive foi um dos motivos pela qual vários países viam uma ameaça nas pretensões do Irã em enriquecer urânio, já que aquela ditadura islâmica é apoiadora de grupos terroristas. Tudo isso foi negado, como se aqueles fanáticos fossem entusiastas da paz. Obama queria que o acordo com Teerã fosse assinado a qualquer custo, e barrou as investigações do Projeto Cassandra para que seu acordo com os carniceiros não fosse inviabilizado.

O Hezbollah é responsável por centenas de mortes, inclusive de civis americanos. Obama passou por cima do sangue de seus conterrâneos para fazer concessões aos mecenas do terror. Inclusive sabendo da possibilidade deste grupo atacar alvos americanos tanto no Líbano e Europa como em solo americano. Obama conseguiu ultrapassar qualquer noção de imoralidade já conhecida na história de seu país, combinando obstrução de justiça com traição e conspiração internacional. Não se sabe ainda a troco de que, mas certamente isso tem a ver com a perpetuação de seu grupo de gângsteres no poder.

Por coincidência, Obama fez acordos com o Irã que beneficiaram justamente um grupo terrorista que era protagonista de escândalo semelhante em nossa vizinha Argentina. O Hezbollah foi o responsável pelo ataque terrorista a Associação Mutual Israelita-Argentina (AMIA), que deixou 85 mortos em 18 de julho de 1994. O ato foi praticado com o patrocínio e proteção de diplomatas iranianos. Quando a justiça descobriu a participação das autoridades iranianas, Cristina Kirchner preferiu vender o sangue e dignidade de seus compatriotas em troca de acordos comerciais com os mecenas do terror. Mais tarde Cristina e seu entorno voltariam a praticar crimes para encobrir este primeiro: foi quando o promotor Alberto Nisman anunciou que iria denunciar a presidente e acabou morto pela bolivariana. Claro, o crime colateral acabou resultando em novas denúncias e no pedido de prisão da agora senadora Cristina no último dia 7.

A matéria do Politico é avassaladora não só pela história, como também pela riqueza de detalhes, depoimentos e documentos. O escândalo por lá está quase inevitável, tanto que veículos como Washington Post e CNN foram obrigados a tratar do assunto diante da gravidade do caso relatado. O fato do Irã e Hezbollah terem feito o mesmo na Argentina sugere uma atuação orquestrada e validam as suposições levantadas pelo jornalista Josh Meyer. Também porque há tempos se fala da atuação do Hezbollah no narcotráfico da América Latina, como o fato do vice de Nicolás Maduro ser Tareck El Aissami, figura apontada como elo entre o narcotráfico e o próprio Hezbollah. O regime bolivariano foi um dos que apoiaram as FARCs e deram guarida para seus homens.

Deste caso tiramos algumas lições valiosas, como não reconhecer a legitimidade de nenhum dos ídolos dos pés de barro fabricados pela mídia mainstream e pela extrema-esquerda que se diz moderada e libertária. Sempre que houver um Messias apresentado pela escória progressista, haverá ali uma figura oculta, que é um golpista de esquerda atrás. Também é bom lembrar que quem tem o mínimo de escrúpulos não costuma concentrar todos os esforços de seu governo em acordos e alianças com ditadores carniceiros ou regimes terroristas. Analisando a denúncia de Lula financiado por Muammar Kadhafi, Chavez envolvido com as FARCs, Maduro com o Hezbollah, Cristina com o Hezbollah e os aiatolás do Irã e Obama impedindo investigações para proteger aliados terroristas. Não há surpresa alguma aí. A ironia é que quem destampou a fossa foi o prestigiado Politico, um portal focado em análise política cuja maioria dos colaboradores é composta de militantes de esquerda.

Aliás, observem o silêncio da Globo News, de Guga Chacra e Caio Blinder. Significa.

A matéria do Politico pode ser lida aqui.

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