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A definição da data do Julgamento de Lula causou pranto e ranger de dentes entre os petistas


A decisão do Tribunal Regional Federal da 4 Região de Porto Alegre em marcar a data do julgamento do ex-presidente e chefe de organização criminosa Luis Inácio Lula da Silva para o dia 24, fazendo com que as hostes petistas perdessem as estruturas diante da possibilidade da Justiça encarcerar o Jim Jones de Garanhuns.

Claro, só eles choraram. O resto do país se animou, a Bolsa de Valores chegou a registrar a máxima do dia, com 1,4% de alta. Diversos cidadãos marcaram eventos de comemoração para o dia 24. Até o fechamento deste texto, este blogueiro havia recebido cinco convites no Facebook e diversas mensagens com sugestões de churrasco e cervejada para esta data histórica.

É normal que os lacaios de Lula chorem. Além de acreditarem que o crime sempre compensa, seu entorno é formado por sociopatas que assim como o chefe, julgam que a Justiça deve servir apenas como instrumento para a agenda política do partido, não para a aplicação da lei de facto. Onde já se viu o Messias ser julgado da mesma forma que Aécio ou Cunha? Ele é um Deus, tanto que Marilena Chauí declarou até que o mundo se ilumina quando Lula fala. Se o criminoso morresse, seriam capazes de criar igrejas e elaborar uma epopéia sobre como ele encarnaria em um novo líder, tal qual o Dalai Lama entre os tibetanos.

Todo este choro e ranger de dentes advém da constatação de que ainda estão longe de conquistarem o poder totalitário. Eles odeiam a democracia, o Estado Democrático de Direito e os direitos humanos. O choro com a prisão de Lula vem da percepção que o mundo ainda é pautado pela moral burguesa que eles detestam, com seu detestável direito romano e sua moral judaico-cristã. Quando tudo o que eles queriam era um mundo onde o direito e a moral fossem ditados pelas conveniências e taras de seus açougueiros sacrossantos. Assim como se acreditou por muito tempo no Direito Divino e infalível dos monarcas, os petistas também acreditam na infalibilidade de seu líder e almejam um mundo em que aquele arremedo de ser humano possa ter poder ilimitado sobre tudo e todos, a ponto de dizer entre um gole e outro de cachaça: "O Estado sou Eu".

A diferença, é claro, é que não há registro de que os monarcas absolutistas fossem ladrões ou estupradores de cabras. 


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