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Vinícius Segalla trabalha para o Instituto Lula: Eis a explicação para que ele tenha ressurgido dos esgotos


Segalla fardado com as cores da morte, ao lado do guru e chefe de quadrilha Lula. Na direita ele aparece ao lado do criminoso e terrorista Guilherme Boulos.
Não fiquei exatamente surpreso com a notícia de que o "jornalista" Vinícius Segalla é funcionário do Instituto Lula. A posição de militante de extrema-esquerda já era clara desde que ele publicou a primeira matéria contra o Movimento Brasil Livre, sugerindo que o grupo era "financiado" por partidos políticos. O que Segalla fez na ocasião foi pegar alguns áudios contendo informações públicas para criar seu factóide. O mesmo jornalista já havia atacado o juiz Sérgio Moro acusando o juiz de utilizar grampos e provas ilegais. Quando tratei das estripulias criminosas de Segalla ainda no antigo blog do Reacionário, afirmei em um texto que o jornalista do UOL provava que o PT tinha uma máquina de assassinato de reputações.

Leia aqui um trecho da matéria do Jornalivre:

À época repórter contratado do UOL, Segalla foi demitido do portal meses após ter publicado um ataque contra Renan Santos, coordenador nacional do Movimento Brasil Livre (MBL). Na publicação, o jornalista usa a manchete para afirmar que “Áudios mostram que partidos financiaram MBL em atos pró-impeachment” mas não comprova a informação no texto da matéria, de acordo com o jornalista Reinaldo Azevedo: “não há uma só evidência do tal financiamento. É claro que o MBL tinha e tem de trabalhar com os partidos políticos. São eles que decidem sobre o impeachment.”.
A manipulação de informações, no entanto, fez com que Segalla fosse acusado em inúmeros portais e páginas na internet de ser ligado ao PT. Um internatura chamado Rodrigo Planche perguntou “Quanto Lula te prometeu”, mas o jornalista usou o Twitter para negar o qualquer vínculo:
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Recentemente, porém, mais precisamente em agosto deste ano, o portal Folhamax noticiou que, após ter sido demitido do UOL, Segalla foi contratado como assessor do Instituto Lula. De acordo com a reportagem, Segalla não esconde a admiração por Lula e por grupos políticos de esquerda, ao posar para fotos ao lado do líder do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), Guilherme Boulos em seu perfil na rede social Facebook. Veja:
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Clique e veja no site
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Atirei no que vi, acertei no que não vi. Pouco tempo depois Segalla deixou o UOL e passou a fazer ponto no Jornalistas Livres, aquela página de extrema-esquerda que faz a Socialista Morena parecer uma moderada. Segalla reapareceria meses depois no canhoto El País destilando suas mentiras. Ao mesmo tempo em que continua colaborando com os extremistas do Jornalistas Livres. O que ninguém esperava é que algum dia alguém fosse ser tão descarado de trabalhar diretamente para o chefe da organização criminosa que usa o Partido dos Trabalhadores como fachada.

Não, nunca se viu tanta cara de pau. Houve um tempo em que essa gente se disfarçava de isenta. Outros até se passavam por jornalistas. Segalla ultrapassa qualquer limite até então conhecido ao ir pessoalmente cooperar com aquele covil utilizado por Lula em suas empreitadas no submundo. Confesso que nunca vi nada parecido. Víamos lacaios como Kennedy Alencar fingindo fazer análise enquanto vendia a agenda petista, víamos Chico Pinheiro bancando o boa praça e Paulo Henrique Amorim assumindo duas personas distintas em seus dois principais empregos: um lorde no Domingo Espetacular da Record, um estelionatário sujo em seu blog governista. Mas nenhum deles foi tão longe quanto Segalla.

Segalla tem aquele episódio mal explicado com o lobista Rowlles Magalhães, que o acusou de cobrar propina para que uma matéria sobre o VLT de Mato Grosso não fosse veiculada no UOL. Mas ir trabalhar diretamente no Instituto que Lula usou para "branquear capitais" é o fim. É baixo até para os padrões do petismo, já que demonstra pouquíssima pretensão de esconder seu caráter nefasto. Quem diria: Lula pode estar por trás das ações de seu jagunço sujo. Eis a explicação para Segalla ter ressurgido dos esgotos.

É claro, alguém tão sujo quanto Vinicius Segalla não se importa com reputação. Assim como um Marcola ou um Fernandinho Beira-Mar, ele não tem o que perder em termos de moral pública. Aliás, ele despreza essa moral burguesa que diz que temos que seguir regras de conduta moral e ética. Por ele todos fariam como seu guru de nove dedos, o infame Luis Inácio. A atitude só é questionável se o objetivo final não for a construção de um Reich Petista, é claro. Mas atuar de forma tão fria é coisa nova na mídia mainstream brasileira. Eu diria até que Vinícius Segalla "quebrou um grande tabu", já que de agora em diante muitos ratos escondidos em redação irão perder a vergonha de assumirem sua militância no crime. É tempo dos sociopatas saírem do armário. O que não sabemos é se suas mentiras serão tão consumidas como antes, já que o principal trunfo do radicalismo de esquerda é fingir que não existe essa coisa de extremismo de esquerda. 

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