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Depoimento de fundador do PT mostra que radicais do movimento negro são apenas peões nas mãos de brancos metacapitalistas


Em seu Facebook, o secretário de Educação, Esporte e Lazer, da cidade do Rio de Janeiro deu a seguinte declaração: 



A declaração despertou o ódio da extrema-esquerda, sobretudo dos radicais negros. Entrevistado pelo Estadão, César respondeu aos ataques. Destaque para o trecho: 

[Estadão] O senhor causou grande polêmica junto ao movimento negro por causa da sua última postagem. O senhor esperava toda essa repercussão?
[César] Faço esse tipo de alerta sobre os perigos da racialização da nossa sociedade desde a década de 1990. Desde então sou patrulhado. O problema só se agravou. Hoje leio nos jornais, rotineiramente, expressões como “o escritor branco Fulano de Tal”, “o cineasta negro Beltrano”, “o professor Cicrano, branco”. Naturalizamos a divisão racial dos brasileiros. Ninguém mais reage. Dizer que os brasileiros mudam de calçada quando veem uma criança negra na rua é uma ofensa ao nosso País. Essa histeria tem que parar. Alguém tem que dizer que é mentira.
[Estadão] O que, exatamente, o senhor quis dizer quando afirmou que a “racialização do Brasil foi uma criação do Departamento de Estado dos Estados Unidos”?
[César] Na década de 1990, amigos gaúchos pediram-me que os recebesse no Rio de Janeiro e os acompanhasse em uma reunião que teriam na sede da Fundação Ford, que ficava na Praia do Flamengo. Queriam verificar a possibilidade de obter algum financiamento para projetos de educação em áreas rurais. Fiquei chocado com o que vi. Os funcionários da fundação disseram abertamente que só financiariam projetos que destacassem a questão racial no Brasil. Exigiram que eles mudassem todo o projeto que levaram. Estabeleci ali uma conversa tensa sobre isso. Um deles disse, para todos ouvirmos: “Temos 15 milhões de dólares e vamos provar que o Brasil é racista.” Entendi perfeitamente a mensagem.
Pensemos num computador. Ele tem um hardware, que são seus componentes físicos, mas para funcionar precisa de um software, um programa que lhe dá as instruções sobre o que fazer. Uma sociedade também tem componentes físicos, que são a sua infraestrutura, e componentes ideológicos, que organizam o comportamento das pessoas. A Fundação Ford, que é um braço do Departamento de Estado, mirou no coração do nosso software, o conceito de povo brasileiro. Acertou em cheio. Se não há povo brasileiro, o Brasil não vale a pena. Isso é parte importante da grande crise civilizatória que se abateu sobre nós e nos paralisa.
[Estadão] O senhor acha que o Brasil é um país racista? Ou o senhor acha que vivemos uma democracia racial? 
[César] Há racismo no Brasil, assim como há em praticamente todo o mundo. Nunca usei e não conheço quem tenha usado a expressão democracia racial. Mas, ao contrário do que ocorre em vários outros países, o sistema de valores que a sociedade brasileira escolheu não legitima o racismo. Isso é muito importante. Um sistema de valores não descreve fielmente o que existe, mas aponta os caminhos que desejamos seguir. Sinaliza uma trajetória desejada. Os americanos transformaram essa nossa grande virtude em hipocrisia. Adestraram uma geração de militantes que detesta o Brasil.

São declarações contundentes. Mas quem é César Benjamin? 

Cientista político, jornalista e editor, Benjamin entrou na política com o ingresso na guerrilha nacionalista do MR-8, de orientação stalinista. Com o fim do regime militar, Benjamin participou da fundação do PT e foi um dos coordenadores da campanha de Lula em 1989. Deixou o PT em 1995 após uma série de atritos e divergências com o partido. Mais tarde fundou o movimento Consulta Popular (ligado ao Levante Popular da Juventude). Se juntou ao PSOL em 2004, sendo candidato à vice-presidente na chapa de Heloísa Helena. Saiu do PSOL em 2006., também por divergências com o partido. 

Bom, não é exatamente o perfil de um capitalista branco negando a existência do racismo (coisa que ele jamais fez). Trata-se sim de um acadêmico que previu com antecedência quais seriam os frutos do ódio plantado com tanta dedicação por teóricos e militantes do movimento negro e de outros grupos que adotam o sectarismo e a intransigência como armas políticas. Disso ele entende mais do que ninguém, já que pertenceu a um movimento de matriz stalinista. O que mais chama atenção no relato de César é o interesse da Fundação Ford em promover justamente esta agenda de ódio, ou como disse seu representante: "Temos 15 milhões de dólares e vamos provar que o Brasil é racista".

A Fundação Ford foi fundada em 1936 por Edsel Ford. Filho de Henry Ford (que era anti-semita militante), Edsel era abertamente simpático a idéias socialistas e progressistas. Com muito dinheiro para gastar, o herdeiro achou que era uma boa ideia "trabalhar pelo progresso da sociedade". De suas mãos nasceu a fundação que influenciou o mundo em conflitos nefastos como ideologia de gênero, feminismo radical e, pelo que sabemos agora, o radicalismo negro no Brasil. Não que estes conceitos tenham sido criados pela Fundação Ford, mas provavelmente não teriam se propagado de forma tão acentuada sem as generosas contribuições desta organização. 

A Fundação Ford não representa os interesses do capitalismo civilizado, do livre mercado e da igualdade, ao contrário. Seu trabalho é exatamente o mesmo que é realizado por George Soros e sua Open Society. Fazem parte de uma classe específica de capitalistas avessos á concorrência, ao livre mercado e a própria noção de democracia liberal. São daqueles que fomentam regulamentações para embaraçar concorrentes menores, que demandam por mais impostos para quebrarem os pequenos negócios. São os capitalistas que se escorram no governo, e que fomentam medidas socialistas para enfraquecer a sociedade e obter maior controle e estabilidade para seus negócios. São os verdadeiros porcos capitalistas. No blog do Instituto Liberal, Jefferson Vianna discorre a respeito dos tais "crony capitalists":
Metacapitalismo é a situação que envolve empresários que não gostam da livre concorrência,  instituições que abertamente defendem doutrinas socialistas e, em alguns casos, governos de viés socialista, com a finalidade de se manter projetos de poder que visam destruir a sociedade a qual conhecemos. Normalmente, são fundações ligadas a grandes empresas de seus setores, que em nome de uma “responsabilidade social”, financiam órgãos que defendem posições como aborto, desarmamento civil, direitos humanos relativizados e manutenção de projetos de poder insanos.
É uma conexão profunda e um subsistema não sobrevive sem o outro. Os crony capitalists investem pesadamente nos políticos, financiando seus projetos de crescimento desenfreado e apropriação do poder. Enquanto isto, recebem de bom grado largas margens de benefícios, bem como monopólios ou reservas de mercado e regalias fiscais, assim como toda sorte de percalços são colocados no caminho dos seus concorrentes. Ao duplo processo de burocratização e tributação com efeito seletivo podemos usar o termo “dumping tributário-administrativo”. Com efeito, trata-se de uma eficiente e mais aprimorada forma de dumping, e novamente é a população quem arca com os custos da iniciativa.
Instituições como a Fundação Ford, ligada ao setor automobilístico e a Fundação Rockfeller, ligada ao setor petrolífero, mantém instituições como a Planned Parethood, Sou da Paz e Viva Rio, que mantém projetos que ameaçam toda as heranças de nossa cultura e a manutenção dos chamados direitos naturais. Ainda mais com o lobby das instituições junto com o governo, como exemplo a ligação da americana Planned Parenthood com as gestões do Partido Democrata na Casa Branca. Sempre que um democrata ocupa o posto, o órgão recebe milhões de dólares do governo para financiar a sua agenda abortista, e em troca a instituição lança rios de dinheiro nas campanhas de políticos como Jimmy Carter, Bill Clinton, Al Gore, Barack Obama e agora, Hillary Clinton.

Agora seria interessante saber de quem levanta punhos erguidos e grita palavras de ordem se estão tranquilos em trabalharem para o interesse imediato de brancos ricos e ambiciosos ávidos por comer da carne humana se isso lhes garantir total controle sobre o mercado. Estes sim são imperialistas e escravocratas, mas fazem do movimento negro um exército de capitães do mato que atuam ao mesmo tempo como peões e jagunços de seus interesses nefastos. 

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