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Censura de evento sobre vítimas do comunismo na UFSC é ao mesmo tempo um flerte com o totalitarismo e um incentivo a barbárie

O terrorista e criminoso Guilherme Boulos irá palestrar na UFSC, mas a direção da instituição não entende que o evento é "político"

Foi muito celebrado o anúncio da Semana Vítimas do Comunismo: 100 Anos da Maior Tragédia do Século XX. O evento seria realizado na Universidade Federal de Santa Catarina, e já era considerado histórico por ser a primeira vez que uma instituição abrigava um debate crítico ao totalitarismo de esquerda. Antes mesmo que o evento tomasse corpo, a própria instituição cancelou o ciclo de palestras de forma unilateral. Motivos alegados: o evento não tem cunho acadêmico, mas sim político. 

Evidente que se trata de censura. Tanto o reitor da universidade quanto o professor que solicitou o cancelamento querem apenas abafar a verdade. Nem que para isso seja necessário fingir que toda crítica ao totalitarismo é primeiramente (e unicamente) político-partidária. Se a preocupação fosse com o uso do espaço público por parte de grupos políticos, a mesma instituição não teria em sua agenda uma palestra com o terrorista Guilherme Boulos. Significa. 

O que temos aqui é uma tentativa rasteira de silenciamento que desmonta a tese de que universidades são espaços que abrigam o pensamento crítico e a democracia. Assim como outros países do Ocidente, o Brasil deixou que grupelhos de extrema-esquerda transformassem suas universidades em madraças. Os que divergem do pensamento hegemônico são vítimas de todo o tipo de agressão, desde insultos e tentativas de silenciamento até perseguição por parte de docentes e discentes até a agressão física.

No caso de Santa Catarina, fica claro que o grupo que forçou o cancelamento do evento não quer que o ambiente universitário tenha conhecimento sobre as gravíssimas violações aos direitos humanos promovidas na União Soviética. Por acaso são os mesmos que não reconhecem os governos brasileiro e americano como legítimos, ao passo que promovem Cuba e Coreia do Norte como modelos a serem alcançados. O que estes estelionatários não querem é que a imagem de seus paraísos socialistas seja destroçada por dados inconvenientes. Sádicos, os chefões da universidade resolveram também cuspir no sangue dos mais de cem milhões de mortos pelo comunismo. 

O caso é de ingressar no Ministério Público contra a universidade, além de envolver o Escola Sem Partido na questão. É inadmissível que uma universidade atue como Ministério da Verdade. É uma deturpação completa do sentido cristão de um ambiente dedicado ao saber. Também é imoral do ponto de vista democrático que uma instituição financiada pelo contribuinte seja privatizada para tietes de tiranos e criminosos de guerra. Dias atrás o Brasil presenciou cenas de horror na Universidade Federal de Pernambuco, quando um grupo de tontons macoutes armou uma emboscada contra alunos que assistiam o filme "O Jardim das Aflições".
 Independente do desfecho vexaminoso para os extremistas, o fato é que o ministro da Educação Mendonça Filho não se pronunciou. Que aproveite a oportunidade deste deplorável ato da UFSC para se manifestar contra este sórdido aparelhamento de instituições públicas de ensino por parte de amantes de ditaduras.

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