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Acusação leviana de Guga Chacra contra poloneses mostra que ele chegou ao fundo do poço e continuou cavando


Todos viram o atoleiro em que o jornalista Guga Chacra se meteu: o sujeito primeiro afirmou que uma marcha na Polônia era composta por nazistas. A consulesa da Polônia no Brasil Katarzyna Braiter avisou ao rapaz que na verdade se tratava de um evento de celebração da independência do país, e que contou inclusive com a participação de ex-combatentes que lutaram contra os invasores nazistas. Isso não foi suficiente para convencer Guga, que bloqueou a diplomata e saiu disparando para todos os lados em sua tentativa de se justificar. Daí Guga esperneou mais um pouco, fazendo com que sua humilhação fosse parar nos trending toppics do Twitter. Para concluir a vergonha, o Ministério das Relações Exteriores da Polônia emitiu nota por meio de sua embaixada no Brasil desmentindo Guga e suas fontes da grande mídia (reproduzida abaixo, o link pode ser conferido aqui). Ficou feio.



Verdade seja dita, os links compartilhados por Guga eram notícias que reforçavam sua tese sobre os supostos nazistas organizando uma grande marcha na capital polonesa (incluindo o relato de autoridades preocupadas). O caso é que os tais veículos são todos pertencentes ao mainstream. Todos falam a mesma língua, seja na França, em Jerusalém  ou Nova York. Assim como todos os outros veículos da grande mídia, incluindo a Globo onde Guga trabalha. Quem conhece o mínimo da história polonesa sabe da luta daquele povo por liberdade, tanto contra nazistas quanto comunistas. Sugerir qualquer coisa diferente disso é simplesmente uma ofensa inaceitável. 

Guga chegou ao fundo do poço e continuou cavando. Simplesmente se recusou a reconhecer que a grande mídia também mente. Trata-se talvez de um caso de prisão mental, já que Guga não se encaixa necessariamente no padrão de militante de extrema-esquerda. Justamente por isso, tipos imbecis como Guga atuam como mulas para fazer com que as narrativas da extrema-esquerda cheguem ao grande público "lavadas" pela suposta isenção dos veículos tradicionais. 

Guga, assim como tantos outros jornalistas brasileiros, prefere fazer torcida para Hillary Clinton e para os democratas do que fazer jornalismo de facto para saber o que se passa no país em que residem. O mais fácil é ruminar o que já foi mastigado por veículos como CNN, New York Times, The Guardian et caterva. Claro, outros o fazem por puro mau-caratismo. Com frequência vemos figuras abjetas no jornalismo brasileiro emitindo textos distorcidos sobre o que acontece na política internacional. É justamente aí que passam vergonha. 

Um conceito completamente ultrapassado é o de que não há extrema-esquerda nos Estados Unidos e Europa. Mas claro, há o extremismo de Direita. Desta forma qualquer radical do Podemos ou do Partido Democrata (como Pablo Iglesias e Bernie Sanders) são pintados como guerreiros da democracia. A ameaça de fato vem de Ted Cruz, Nigel Farage e Sebastian Kurz. Aliás: qualquer um que saia do centro propriamente dito já é visto como inimigo. Como foi dito aqui mesmo no blog, uma lésbica casada e com filhos como Alice Weidel é retratada como a própria encarnação do demônio. Por ocasião de sua eleição, a Globo de Guga Chacra chegou a resgatar as figuras de Hermann Göring, Heinrich Himmler e Joseph Goebbels para falar da líder do Alternativa para Alemanha. Mais ou menos a mesma cobertura canalha com que trataram a eleição de Donald Trump e dos conservadores no Reino Unido. 

O problema é que as redes democratizaram o debate, agora há oportunidade de desmentir fatos distorcidos por má-fé ou burrice. Um tipo como Guga Chacra não pode mais esconder verdades pois não fala sozinho. Pode até mesmo ser desmentido por uma diplomata polonesa depois de acusar sessenta mil cidadãos daquele país de apologia ao nazismo. E não adianta forçar links de outras mídias tão mentirosas quanto a Globo que o emprega. Temos em nossas mãos a oportunidade de ouro de secar a fonte de mentirosos profissionais que fazem militância em redações.

Em tempo: a consulesa é uma verdadeira patriota. Atuar em prol de seu país não compreende apenas o exercício de cargos institucionais, mas também a defesa de seus cidadãos quando sua dignidade é ultrajada. Cabe lembrar que o interesse de grupos da extrema-esquerda e dos globalistas (na qual se encaixa o editorial das Organizações Globo), a intenção é exatamente reprimir o sentimento de identidade nacional. Por isso inventam a mentira de que uma manifestação cívica é uma marcha de extrema-direita. Sabem, é claro, que o sentimento de amor pátrio é uma das principais defesas contra seus truques totalitários.

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