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A onda da extrema-esquerda brasileira é dizer que "Não sou comunista, mas..."

A deputada federal petista Erika Kokay discursa em homenagem a Revolução Russa

Os eventos de comemoração do centenário da Revolução Russa despertaram um frenesi na esquerda brasileira, principalmente em suas frentes mais radicais. Não estou falando aqui daqueles jurássicos militantes do PSTU e PCO, mas sim daqueles moderninhos descolados que se fingem libertários. Eles são os mais perigosos. 

O centenário do espetáculo mais sangrento da história russa (que foi a mãe de todo o genocídio comunista) fez com que estes militantes que costumam falar em democracia se esquecessem de usar seu disfarce habitual de "libertários". Passaram a gritar em plenos pulmões: "De pé, ó vitimas da fome! De pé, famélicos da terra!" Alguns até em russo... 

PT e PSOL comemorando a revolução que culminou em uma das mais longevas ditaduras da história




Glauber Braga, do PSOL. O partido foi responsável por uma sessão solene em homenagem ao centenário da Revolução 
Cobertura dos Jornalistas Livres sobre a Revolução direto de Moscou. A tal jornalista mal disfarça a emoção. 



No debate político brasileiro, o que mais se vê são esquerdistas de várias linhagens ironizando o rótulo de comunista. De Gregório Duvivier até Luciana Genro, do Brasil 247 até a Carta Capital, todos negam a orientação comunista. Por aqui, os únicos que se assumem como tal são os integrantes do PCdoB, que ainda hoje negam publicamente os crimes da União Soviética.

Mas vejam só: parlamentares do PSOL que vivem fingindo amores pela democracia realizaram uma sessão especial na Câmara para celebrar a Revolução Comunista. Dilma Rousseff, que também nega o rótulo, ficou em êxtase. Até compartilhou vídeo dos Jornalistas Livres fazendo uma apaixonada cobertura da marcha realizada hoje. Ah, os tais "Jornalistas Livres" (entre eles nosso velho conhecido Vinícius Segalla, funcionário do Instituto Lula que também colabora com El País) também negam e ironizam o termo "comunista". 

O negócio de fingir que não são comunistas enquanto apóiam Maduro, os Castro e outros açougueiros é justamente desfazer a resistência quase que generalizada ao radicalismo que constrói ditaduras mundo afora. Eles sabem que não conseguirão nada mostrando os dentes e deixando as garras de fora. Melhor é fingir que são moderados, que defendem a democracia e os direitos humanos enquanto acariciam seus tiranos de estimação e obedecem aos comandos do sumo pontífice da barbárie, aquele chefe de organização criminosa que arquitetou o maior esquema de corrupção da história do Ocidente para tomar o poder de maneira discreta e silenciosa. Para isso a extrema-esquerda utiliza do mesmo expediente dos "isentões" que diziam que "não eram defensores do PT, mas sim da democracia". Os falsos libertários brasileiros dizem: "Não sou comunista, mas".


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