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A bizarra "socialite" que ataca crianças em troca de cinco minutos de fama: para o racismo real existe justiça


A internet tem o poder de dar palco para as mais pitorescas e exóticas figuras, além de ser uma poderosa arma para a consolidação da democracia. Mas ela também ajuda algumas figuras abjetas a promoverem seus discursos. Gente como uma tal Day McCarthy, figura asquerosa que ganhou seus primeiros minutos de fama graças a ofensas contra a filha de Roberto Justus por conta de sua deficiência. A mesma figura voltou do esgoto recentemente para atacar a filha dos atores Bruno Gagliasso e Giovana Ewbank, que é nascida no Malawi.

Para começar qualquer discussão a este respeito, é preciso dizer que a tal Day McCarthy sequer pode ser enquadrada na categoria de ser humano (ainda que sua espécie biológica sugira o contrário). A mulher ultrapassa qualquer regra moral ao atacar duas crianças. O caráter da moça é tão deformado quanto sua aparência bizarra, já que ela se lança contra inocentes para se promover por meio do ódio. Aliás, muito tem se falado de supostas posturas conservadoras dessa figura bizarra. Mas ela também tem um vídeo escabroso em que sugere que a primeira-dama Marcela Temer seja vendida aos árabes como prostituta e que o presidente deve "deixar a Amazônia em paz". O vídeo é finalizado com a louca batendo em uma panela e gritando "Fora, Temer".

A fala de Day McCarthy serviria facilmente para comprovar a tese cristã da existência de demônios que habitam a terra. A fala delirante pontuada por expressões de loucura mostra que a mulher é uma sádica, uma psicopata. As expressões aterrorizantes parecem mais ser frutos de um caráter leproso do que das inúmeras intervenções plásticas atribuídas a ela por internautas indignados. É a própria expressão da insanidade. Fica apenas a dúvida se é caso para camisa de força ou exorcismo.

Essa questão também diz respeito ao próprio conceito da civilidade. Bruno Gagliasso é uma figura ligada ao chamado "Projaquistão", e com frequência faz declarações engajadas com o ideário progressista. Mas o azar é o dele. É simplesmente inaceitável um ataque contra uma criança, ainda mais em termos racistas.

A postura da tal Day McCarthy desconstrói por completo a noção de que "o homem é bom, que é a sociedade que o corrompe". Alguns homens podem ser sujos, pérfidos e completamente podres em sues intentos. Podem até se lançar contra crianças ou contra indivíduos por conta da cor de sua pele. Assim como eventualmente podem militar por ideologias assassinas. A questão não é nem se ela acredita realmente no que diz ou se usa a polêmica em prol de promoção. Sabemos apenas que é uma figura bizarra e deplorável, cujo lugar é fora do convívio com a sociedade.

Semana passada foi dito aqui sobre o racismo, que apesar das bravatas do movimento negro, existe como uma chaga cruel. Essa chaga provavelmente nunca será cura, visto que o racismo é só uma expressão da própria deformidade moral do homem. A mesma espécie que produz indivíduos generosos e dignos também engendra outros completamente nefastos. O papel da civilização, do estado e da lei neste sentido não é o de promover um mundo onde estes tipos não mais existam. Infelizmente isso também é uma utopia, muitas vezes utilizada por quem sofre de inspirações antidemocráticas. O papel de uma democracia é punir os que atuam desta forma, já que se trata de uma conduta degradante para a civilização. Por tanto não é demais exigir que alguma sanção legal seja tomada contra aquela criatura repulsiva que já atacou a dignidade de duas crianças.

Este caso serve para jogar luz também sobre a falácia de que o racismo não existe. Ele está aí, na nossa cara. Mas também existem leis para combatê-lo. Quem milita pela verdade e democracia clama pela lei. Quem milita por outros interesses prega a utopia inalcançável para lidar com bestas como Day McCarthy. Fosse o Brasil um país absolutamente racista, não estaríamos todos enojados com esta criminosa em potencial. O que temos de fato são indivíduos abjetos que agem como monstros, mas que podem ser parados por nossas leis.

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