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Temer fará justiça aos familiares dos cidadãos assassinados por Battisti. Derrota para Barroso e Lula, que garantiram sua impunidade no Brasil


Depois de ser flagrado pela Polícia Federal tentando cruzar a fronteira com a Bolívia e Corumbá, o terrorista Cesare Batistti declarou para a TV Tribuna que “pode deixar o Brasil quando e como quiser”. A valentia do criminoso deve ter pesado na decisão do presidente Michel Temer em cassar sua condição de refugiado. O governo aguarda apenas uma decisão monocrática do ministro Luiz Fux para extraditar o italiano.

Notório covarde, Temer parece ter se decidido de forma sensata entre a escolha entreguista e a via da justiça. Justiça aos brasileiros insultados com a decisão de Lula de transformar o país em valhacouto de carniceiros no apagar das luzes de seu governo. Justiça maior ainda para as famílias de Antonio Santoro, Pierluigi Torregiani, Lino Sabadin e Andrea Campagna. Graças à mão forte do petismo, eles nunca encontraram justiça. Outro que se colocou contra a prisão foi o agora ministro do Supremo Tribunal Federal José Luiz Barroso. Foi ele quem defendeu Luís Roberto Barroso, a quem chama de “ativista vítima de perseguição política”. O “ativista” defendido por Barroso era membro dos Operários Armados pelo Comunismo.

Não há dúvidas sobre Battisti: o militante de extrema-esquerda atuou de maneira premeditada contra a democracia, derramando sangue inocente em sua suposta luta. Sádico, ele criou motivos fantasiosos para assassinar os quatro homens. Para lembrar: Santoro era agente penitenciário e foi morto sob a acusação de maltratar prisioneiros. Sabadin foi acusado de ser “fascista”. Torregiani reagiu a um assalto praticado pelos “Operários Armados pelo Comunismo” (o roubo era a forma de financiamento dos Operários Armados pelo Comunismo, assim como os grupos de extrema-esquerda que atuaram no Brasil). Além de assassinar Torregiani, o bando de Battisti deixou o filho de Torregiani gravemente ferido. Como sequela, o garoto de onze anos ficou paraplégico. O quarto morto (Andrea Campagna) era policial e participou das primeiras prisões do caso Torregiani.

Foi este sujeito que foi defendido com veemência por Luiz Roberto Barroso, que agora se posta de paladino da Justiça ao lado de Edson Fachin no Supremo Tribunal Federal. Ajudou um radical socialista fugir da Justiça. Lula também cooperou, esperando o apagar das luzes para praticar um dos maiores atos de indignidade de seu governo. Agora poderão ser derrotados junto com seu assassino de estimação.


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