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Rico e bon vivant, o militante de extrema-esquerda Chico Pinheiro diz que pobre de direita é "burro"


Jornalista antigo da Rede Globo, Chico Pinheiro é notório militante de extrema-esquerda. E quando se diz "extrema-esquerda" não se está falando de alguém minimamente progressista ou defensor de certa interferência do estado na economia. Falamos sim de alguém que elogia ditaduras e que as vê como modelo a ser seguido pelo Brasil (o que deixa implícito a aversão que estes cidadãos sentem do processo democrático). O ódio de Chico pela democracia é tamanho que ele até diz que "pobre de direita é burro".




Em primeiro lugar, nunca se vê militantes da seita criticando os ricos de esquerda. São os indivíduos que sustentam "a luta", e o berço lhes confere autoridade intelectual para fazer qualquer escolha. Já o pobre não desfruta dos mesmos direitos: quem deve falar por ele são os partidos, os conselhos, os comitês, os sindicatos e os intelectuais. Estes sabem o que deve ser feito. Assim como naquele livro infantil de Orwell, onde apenas os porcos podem falar por todos os animais por saberem o que é melhor para todos (o melhor para todos incluí mandar animais para o matadouro e viver como reis em meio a miséria e opressão). Como faço em ocasiões semelhantes, defendo mais uma vez a inteligência do esquerdista em questão: Chico não é burro. Homem de visão, ele quer que a política seja decidida apenas pela "nomenklatura tupiniquim", que se resume a pessoas com ele e os demais militantes da República Autônoma do Projaquistão, além de alguns poucos nomes de fora como Caetano Veloso, Chico Buarque, Luciana Genro, Lula e Dilma Rousseff (que ele diz ter sido vítima de golpe).

Bom, Chico ao menos é coerente com a visão socialista. Para eles, o lugar de pobre é no cabresto estatal. Mas o que é de costume, já disse, é que esta gente disfarce seus fetiches totalitários. No caso de Chico a tara pelo coturno é tamanha que ele grita em público que acha um absurdo o cidadão ter direito de escolher sua posição política! Claro, no socialismo da Cuba dos sonhos de Chico não há escolha. Há imposição, prisão de dissidentes e paredão. Ou como diria Mauro Iasi parafraseando Bertold Brecht, "uma boa bala, um bom paredão e uma boa cova para os que ousam fazer escolhas".

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