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Os senadores criminosos estão na linha de frente da PEC que proíbe o UBER (e que atende aos interesses dos sindicatos criminosos)


Já dizia o ditado: de onde menos se espera é que não sai coisa alguma. No caso do Partido dos Trabalhadores e seus lacaios da extrema-esquerda, sempre esperamos que venha o pior. Temos assim, a PEC do Retrocesso, que tirará emprego de milhares de brasileiros.

A PEC do Retrocesso tramita no Senado Federal como Projeto de Emenda Constitucional 28/2017. Seus apoiadores mentem ao tratar a proposta como "regulamentação", quando na verdade se trata de fim dos aplicativos de transporte particular. O que estes senhores querem é atender os interesses de tipos toscos como o presidente do Sindicato dos Taxistas de São Paulo, um senhor deplorável de nome Natálicio Bezerra (vejam o vídeo abaixo onde ele diz que pobre não tem que pegar táxi). Também querem atender aos interesses daqueles criminosos que atacam pessoas na rua, sejam elas motoristas de aplicativos ou passageiros.

Mas quem são os defensores de gente tão asquerosa? Vamos citar alguns: o deputado federal Carlos Zarattini e os senadores Roberto Requião e Lindbergh Farias. Não é preciso gastar o latim com esta gente, qualquer um que não tenha passado as últimas décadas em Marte saberá quem são estas odiosas figuras.

Os defensores do projeto mentem afirmando que a regulamentação apenas irá legalizar as atividades laborais. Mentira, já que o projeto basicamente concede aos municípios tanto o poder de extorquir a classe de motoristas de aplicativo como até mesmo banir as atividades. É o que querem pessoas como Natalício, que diz que pobre não tem que andar de táxi. É o que acalmaria os criminosos que atacam motoristas e aplicativos para garantir a reserva de mercado com a força bruta. 

Não estranha ver ratos com o Lindbergh, Requião e Zarattini. Como se não bastasse a intenção clara de extinguir uma categoria de trabalho por questões ideológicas e de interesse político (mais poder aos sindicatos e mais poder ao Estado de decretar quem pode ou não ganhar seu pão de cada dia), a ação deles é sádica ao retirar a possibilidade de um trabalho honesto em um país que conta com mais de treze milhões de desempregados graças ao governo que eles ainda defendem. Pelo que se tem dito, o UBER provavelmente perderá a ação. Há alguns meses comentei neste mesmo blog que a ação política do UBER era a causa de seus males. Ao invés de agir com o espírito do livre mercado se posicionando ao lado de grupos que defendem a liberdade e democracia, os dirigentes brasileiros do grupo acreditaram que o melhor caminho era puxar saco de Fernando Haddad e de outras figuras da dita "esquerda moderada", como são chamados aqueles stalinistas disfarçados de moderninhos. Deu errado, para variar. Agora estamos aqui juntos tentando impedir que aqueles senadores criminosos que fecharam com os criminosos de sindicatos consigam jogar os aplicativos na ilegalidade. 

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