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Os que chamaram boicote de censura vão protestar contra a violência de extremistas de esquerda contra o filme de Olavo de Carvalho?


Algumas coisas são previsíveis demais. Como a falsa indignação de quem disse "lutar contra a censura". Desde as primeiras notícias até a divulgação das cenas lamentáveis ocorridas na Universidade de Federal de Pernambuco, nenhum dos democratas se manifestou.

Aqui vale a pena categorizar os tipos citados: temos o comuna confesso, que é o sujeito que apóia abertamente a institucionalização do genocídio por meio da imposição de um governo totalitário de esquerda. Como é o caso de Chico Buarque e dos jornalistas Chico Pinheiro e Bob Fernandes. Dessa gente não se espera mesmo nada que não seja a defesa suja de qualquer forma de indignidade.

Temos também o que joga escondido: este militante de extrema-esquerda é cínico que se preocupa em repetir sua falsa defesa dos direitos humanos e da própria democracia. Finge respeitar as diferenças, finge isenção e intelectualidade e mais do que isso, às vezes finge não ser de esquerda ou direita. É o tipo de covarde ardiloso como Caetano Veloso, que finge até apoiar a Operação Lava Jato (desde que não chegue em Lula, é claro). Este tipo disse que estava defendendo a liberdade da classe artística, embora soubesse o tempo todo que era mentira. Que não houve intimidação contra artistas, muito menos violência contra exposições. Ele sabe que sua luta é tão política quanto a ojeriza que seu grupo desperta na esmagadora maioria da população

Há ainda o tipo mais desprezível, que é o formador de opinião que se vendeu para a posição que pareceria mais proveitosa dentro do status quo. Estamos falando de quem não é ou nunca foi da extrema-esquerda, mas que diante da reação da nomenklatura optou pelo covarde caminho da servidão. É o sujeito das concessões, que prefere a morte do que ser chamado de radical... por um outro radical. Este ser deplorável prefere perder seguidores do que desobedecer aos deus do jornalismo e do entretenimento. Por isso resolveu usar as questões dos museus para prestar vassalagem a quem manda na cultura do país.

O caso é que tanto os cínicos quanto os hipócritas estão calados. Gente que fez como Mônica Waldvogel (que comparou o MBL ao nazismo) até tipos menores como Fábio Porchat e Heloísa Perissé (que gravaram vídeo em apoio ao 342 de Caetano Veloso e Paula Lavigne) e que disseram que "não se tratava de ser favorável a pedofilia ou ser de esquerda ou direita, mas sim de liberdade". Estes guerreiros irão defender a liberdade de quem foi atacado por assistir um documentário sobre Olavo de Carvalho ou irão se recolher nas sombras de sua mediocridade? Ah, nenhum sumo-sacerdote do naipe de Caetano ordenou que o filme de Olavo era bom... Então não vai ter vídeo do #171 defendendo a liberdade de expressão. Aliás, eles nunca defenderam isso.

Todos eles mentiram ao chamar boicote de censura, ao criarem de maneira premeditada uma confusão entre uma ferramenta de ação individual ou coletiva legítima e típica de democracias com algo impositivo e truculento como a censura. Também mentiram sobre os motivos (não era a nudez, mas sim a exposição de crianças). E mentiram sobre o ato, sendo que alguns até inventaram supostas tropas de milicianos orquestrados pelo MBL que saiam pelo país fechando exposições.

A versão deles não pegou pois o povo viu do que se tratava graças à maravilha da internet (o que reforça ainda mais as demandas de censura e controle por parte da extrema-esquerda). A narrativa que já era fraca fica ainda mais insustentável quando alunos já convertidos ao radicalismo de esquerda partem para cima de um grupo menor e indefeso por conta de intolerância política própria do socialismo. Ficará ainda mais difícil dizer que estes artistas repudiam atos como aquele, sendo que vários ali aprovam este tipo de conduta. Só para lembrar, o capo do 342 chegou a se vestir de black bloc em solidariedade aos "manifestantes pacíficos" que desejavam construir uma democracia direta destruindo São Paulo e espalhando caos e violência. Ruim para Caetano: agora todos verão que o fascista da história é ele.


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