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O terrorista Battisti não conseguiu fugir do Brasil. Só resta a Temer a dignidade de ajudar o sujeito a sair do país


Logo pela manhã vem a notícia de que o terrorista italiano Cesare Battisti foi detido pela Polícia Federal em Corumbá, no Mato Grosso do Sul. Chamado de “ativista” por diversos veículos da imprensa tupiniquim, ele tentava fugir do Brasil para a Bolívia. 

Mas qual a razão de se prender um ativista? Bem, Battisti membro de uma organização terrorista de extrema-esquerda denominada “Proletários Armados pelo Comunismo (PAC). A organização já atuava na criminalidade para manter sua militância: praticavam assaltos e arrombamentos para “subsistência”, segundo alegavam seus membros. Além disso, foram responsáveis pelas mortes de Antonio Santoro, Pierluigi Torregiani, Lino Sabadin e Andrea Campagna. Lino foi acusado pelo grupo de ser “simpatizante do fascismo”, daí foi executado pelo tribunal de criminosos. Santoro era carcereiro e foi acusado de tratar prisioneiros de forma desumana. Torregiani e Sabadin foram mortos em assaltos praticados pela quadrilha. O filho de treze anos de Torregiani foi gravemente ferido durante o assassinato que tirou a vida de seu pai, e acabou ficando paraplégico. O policial Andrea Campagna foi morto por ter participado das primeiras prisões do caso Torregiani. 

Como se vê, Battisti merece mesmo a defesa que grupos de extrema-esquerda fazem dele. É um guerreiro da causa, um soldado do comunismo. O homem padrão da causa, que ergue de forma convicta a bandeira da carnificina. É justo que seja defendido por José Dirceu, Luciana e Tarso Genro, Eduardo Suplicy e tantos outros carniceiros. Também é coerente o asilo concedido por Lula em seu último dia de mandato. São irmãos em armas. 

O movimento desesperado de Battisti parece motivado pela notícia de que o presidente Michel Temer “estudava rever seu asilo”. Frouxo que é, Temer ainda tem dúvidas a este respeito. Se o presidente fosse um homem de culhões, Battisti já estaria na Itália trancafiado em uma cela úmida e escura cumprindo sua pena de prisão perpetua. 

Fica claro que Battisti não quer mais ficar no Brasil, que não se sente confortável por aqui. Tanto que tentou fugir para a Bolívia do companheiro Evo, o índio cocaleiro que inverteu o sentido do relógio em protesto contra o colonialismo e que ameaçou chicotear quem não votasse nele. Temer não pode ajudar Battisti nesta questão pois há um compromisso oficial de que o estado brasileiro em proteger os asilados. O máximo que Temer pode fazer por Battisti é devolvê-lo para a Itália o quanto antes. Ao mesmo tempo que irá ajudar alguém que não quer mais ficar no Brasil, irá devolver a dignidade a um país ultrajado pelas decisões criminosas do Reich petista.

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