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O tal deputado Áureo agora nega que quis censurar blogs e sites. Muitos mais corajosos que ele tentaram e não conseguiram


Diante da reação da sociedade, o presidente Michel Temer já anunciou que irá vetar a tentativa de censura proposta pelo deputado federal Áureo (SD-RJ). O parlamentar aproveitou o episódio para alegar que “jamais pretendeu censurar ninguém”, que queria apenas “evitar a propagação de notícias falsas”. 

O parlamentar precisa saber primeiro que é meu direito afirmar que ele é uma figura tosca e desprezível, um aspirante a caudilho que não suporta sequer a pressão das redes. Um frouxo que quis ser Napoleão de Caxias. Para querer censurar seria necessário o mínimo de coragem. 

Essa desculpa de suposta preocupação com “fake news” foi fomentada logo após as eleições americanas de 2016, quando a esquerda dita “progressista” tentou desqualificar fatos inconvenientes sobre o podre passado de Hillary Clinton a supostos sites de notícias falsas. O caso tomou força em todo o Ocidente, com diversas agencias suspeitas se colocando como guardiãs da verdade contra o império da maldade. 

Tanto os censores progressistas como os aspirantes a caudilho do naipe do deputado Áureo sabem muito bem como combater notícias falsas e difamação nas redes: para isto existe a Justiça. Mas os partidários do autoritarismo querem mais: querem cortar a garganta dos que contra eles se levantam. A diferença é que Áureo é só um oportunista barato que tentou enxertar a semente do mal na capenga proposta de reforma política, enquanto os reais autoritários recorrem aos cofres de George Soros, Lehmans e outros fiadores do caos.

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