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Não é que um jornalista da Folha simpatizante de Marighella, criminosos e black blocs andou me stalkeando?



Ontem a noite recebi uma curiosa solicitação de amizade no Facebook. Não identifiquei de pronto, mas o perfil não é do tipo que costuma frequentar meus círculos sociais. De cara se via que era um simpatizante dos black blocs. Olhando mais atentamente, vi que a capa era referência a um livro infame chamado "Aqui é o crime". Era ninguém mais ninguém menos que Artur Rodrigues, jornalista da Folha de São Paulo responsável por uma matéria difamatória contra mim. Foi esta matéria que motivou Kiko Nogueira do Diário do Centro do Mundo a iniciar aquela campanha suja contra mim (no caminho as coisas ficaram estranhas, já que o esquerdopata ficou obcecado por minhas selfies de academia). O livro da capa é de autoria do próprio Artur, e fala exatamente do submundo do crime. Foi por conta deste livro que o jornalista deu uma entrevista ao portal VICE Brasil, onde ele afirma que contra sobre seu "fascínio por bandidos".


Está lá na VICE

Fascinado pelos malandros, personagens perdidos, oprimidos, amorais e violentos, Artur diz que o seu objetivo na ficção é "fuçar o submundo, não só dos criminosos comum, mas também dos poderosos", e ele faz isso se apoiando na linguagem das ruas. "Não me identifico com essa prosa do eixo Vila Madalena-Leblon-Berlim", conta. "Busco [recontar] as histórias das ruas, mas sem panfletarismo, sem julgamentos, maquiavelismo."

Bom, o fato é que aceitei a solicitação do jornas. Queria inclusive que ele lesse sobre algumas postagens que fiz sobre ele, como de um assalto recente da qual fui vítima ao sair do trabalho no centro de São Paulo. Na ocasião, filhotes de Maria do Rosário que causam tanta excitação no jornalista me assaltaram. Vários pivetes armados com faca contra um sujeito desarmado. Levaram celular e a mala de treino com tudo dentro: um livro do Dalrymple, óculos Rayban, tênis de treino, roupas... um prejuízo de mais de R$ 2 mil. Isso no mesmo dia da publicação da matéria. 

No dia seguinte veio outra surpresa: Artur me bloqueou no Facebook. Isso leva a crer que o jornas da Folha estava me stalkeando pelo celular, talvez a procura de algo comprometedor. Deve ter adicionado por engano, mas acabou revelando que tanto eu quanto todos os que o acusaram de ser militante de extrema-esquerda estavam corretos. O sujeito não passa de um extremista, um sujeito que faz militância suja travestida de jornalismo. Por isso não espanta o teor de seus textos. Quando recebi a solicitação ainda estava no metro voltando pra casa, daí tirei um print com o celular. Como ele me bloqueou, pedi a uma amiga que verificasse o perfil. E adivinha? Artur trocou a foto de perfil radical por uma em que ele está a paisana. O pior é que depois deste texto haverá quem minta sem constrangimentos afirmando que eu "vazei o perfil do jornalista" que me adicionou de maneira voluntária. 





Que vacilão, hein Artur. O brincante que também é fã de Carlos Marighella acabou entregando seus fetiches autoritários de maneira infantil. Agindo de maneira tão boçal, o ilustre jornalista não duraria um minuto em meio aos criminosos que tanto idolatra.

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