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Mesmo com a surra tomada pelos radicais covardes da UFPE, fica o alerta: o radicalismo da extrema-esquerda ainda produzirá um cadáver



A esta altura todos (ou quase todos) já devem ter visto o vídeo em que um bando de trogloditas de extrema-esquerda tenta acuar um grupo infinitamente menor composto por alguns simpatizantes de Olavo de Carvalho e Jair Bolsonaro (há até um sujeito com a camisa do Bastiat no meio, mas enfim). O motivo da emboscada não foi apenas a posição ideológica, mas também o exercício da cidadania por parte dos que assistiam ao documentário O Jardim das Aflições. Nada mais natural do que apoiadores de determinada corrente política consumindo conteúdo que trate desta linhagem de pensamento. Mas os neonazis da federal de Pernambuco não pensam assim. De maneira covarde tentaram emboscar o grupo. E de forma completamente vergonhosa foram rechaçados, menção honrosa que deve ser feita ao tatuador Tsu Klin, o asiático de baixa estatura que coloca um cangaceiro stalinista para beijar a lona. Foi graças a este direto na cara que descobrimos que o sujeito é funcionário da Pró-Reitoria de Planejamento, Orçamento e Finanças da UFPE. Vamos ver quantos anos se passarão até que os lenientes militantes que dirigem a instituição se manifestem sobre a conduta criminosa do funcionário. 

Neste caso em específico, os supostos guerreiros da Justiça Social deixaram para trás suas máscaras. Embora digam defender a democracia, a tolerância e os direitos humanos, tentaram de maneira fria impedir justamente o exercício da democracia e dos direitos humanos. Escolheram enfrentar uma minoria que talvez não contasse com duas dezenas com todos os seus canhões disponíveis. Parecia até Felipe de Espanha jogando a Invencível Armada contra a Inglaterra. O caso é que estes vermes (que é o termo mais apropriado para quem enfraquece a democracia) estão muito acostumados com o monopólio da violência e com o império da impunidade que grassa nestas instituições. Pensaram que fossem trucidar os direitistas por estarem em maior número. Pensaram em fazer um escudo humano com mulheres e negros para simular racismo e violência contra a mulher depois. Acabaram virando meme na internet, com seus adversários comparados aos 300 de Esparta. Pois é. Lembrando que os seguidores de Olavo e Bolsonaro não fizeram nada de errado: o diálogo deve sempre prevalecer, mas um ataque destes deve ser respondido de imediato. O que houve por parte deles não foi agressão, mas legítima defesa.

Mas se retirarmos o caráter cômico dos covardes mancebos que colocam mulheres na linha de frente para se esconderem dos socos de um único bolsominion chinês, há algo de bastante grave neste episódio. E que deveria ser discutido com a devida seriedade pelos formadores de opinião, muitos diretamente responsáveis por este cenário de degradação. A violência da extrema-esquerda vive uma escalada sem precedentes. 

Já faz algum tempo que a extrema-esquerda abriu a caixa de Pandora e liberou de lá o monstro do ódio. Começou ainda na campanha de 2014, quando passaram a demonizar paulistas como inimigos do Brasil por não aceitarem o estelionato eleitoral petista. Marqueteiro e jagunço de Dilma Rousseff, João Santana criou a figura do Pessimildo, o maior inimigo do Brasil, o que torcia contra o progresso por razões mesquinhas. Foi este o caldo para que o processo do impeachment fosse repleto de episódios de agressões físicas e vandalismo por parte das diversas facções da esquerda. Os esquerdistas que se dizem "moderados" são tão cínicos quanto, já que passaram a legitimar estas manifestações de selvageria como meras demonstrações de descontentamento. "É direito do cidadão protestar". Assim com o momento do ódio descrito em 1984, estas manifestações passaram a demonstrar o que de pior havia no ser humano. Para concluir o processo, houve o episódio do cuspe de Jean Wyllys em Jair Bolsonaro (que infelizmente não foi respondido a altura pelo capitão) e as ovadas contra João Doria e o próprio Jair. A partir dali qualquer ato de violência contra políticos não petistas estava permitido. Sim, contra políticos não-petistas. Experimentem fazer o mesmo contra Lula, Dilma ou qualquer outro membro da organização criminosa. O mundo viria abaixo.

O amigo Luciano Ayan alerta para esta escalada da violência há alguns meses, e a previsão se confirma de forma assustadora. Aqui no Brasil os lacaios do petismo vibraram com os extremistas do Antifa socando supremacistas brancos. Para completar temos a figura cada vez mais detestável do isentão de direita: para não condenar o lado errado no contexto, ele se abriga no muro da indiferença. "Eu quero é que eles se matem". Sem regras, o agressor prevalece. Ou seja: prevalece o radicalismo de esquerda, onde todos os agentes são 007 (com licença especial para matar). Nos Estados Unidos o radicalismo da esquerda incendiou universidades, provocou agressões, ao menos um atentado contra republicanos e violência diária contra apoiadores de Donald Trump. Aqui caminhamos para o mesmo lado. Cada dia temos a notícia de uma agressão ou de uma mentira que justifica o radicalismo por parte da imprensa. Com a água já no convés, não temos muito a dizer que não seja algumas palavras finais. 

Saber que um grupo de cidadãos simpatizantes de uma ideologia totalitária se organizam em milícias já é grave, saber que o tal grupo é composto por estudantes que pretendem acossar colegas dentro de uma universidade pública é simplesmente inaceitável. O caso é tão grave que exige uma manifestação por parte do ministro da Educação Mendonça Filho (que por acaso é pernambucano). Não que isso irá parar o processo de ódio deflagrado pela extrema-esquerda, mas sim para conferir maior segurança jurídica a quem deseja apenas exercer os direitos garantidos pela Constituição. Também para que outros extremistas calculem melhor se darão ou não vazão aos seus instintos mais primitivos, que é sentir na boca o gosto do sangue do adversário. 

Sem considerar a surra tomada pelos criminosos, vemos no caso da UFPE o mesmo modus operandi da Revolução Cultural de Mao, dos Camisas Negras de Mussolini e dos Jovens Turcos que ajudaram a promover o Genocídio Armênio. Eles agora andam como cães de caça farejando carne fresca de novas vítimas. Infelizmente é preciso dizer que a extrema-esquerda não vai parar com o ódio após produzir o primeiro cadáver, já que o costume deles é passar por cima dos mortos como se fosse poeira (se não pararam diante dos cem milhões, o certo é que não irão retroceder agora). Também é preciso lembrar que um único sino-pernambucano não será suficiente para conter as hordas dos carniceiros. Que as autoridades se manifestem enquanto é tempo. 


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