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Globo protagonizou o vexame do dia ao tentar enganar telespectadores com armadilha retórica para demonizar o porte de armas


A militância travestida de jornalismo sempre foi a marca das Organizações Globo. Seu tentáculo conhecido como “Globonews” não poderia ser diferente. Durante a exibição do programa Estúdio I, os produtores e editores acharam que era uma boa idéia aproveitar o massacre de Las Vegas para enganar o cidadão sobre o que o controle de armas realmente representa. Para isso lançaram uma enquete com a seguinte pergunta: Você é a favor do porte de armas para qualquer pessoa? A resposta do público foi extraordinária:



Vejamos as sutilizas do embuste:


  1. A pergunta não deixa margem para as ponderações vigentes em países onde o direito do porte de armas é garantido por lei, como Estados Unidos e Suíça. 
  2. A pergunta induz ao erro ao sugerir que a liberação do porte de armas irá “armar qualquer pessoa”. Como se nos dias atuais não fossem justamente os marginais que possuem o monopólio da violência garantido por uma lei que veda ao cidadão o direito de se defender. 
  3. A pergunta mente sobretudo ao sinalizar um caos em caso de flexibilização ou abandono do controle de armas. Como se o cenário atual já não fosse de um caos sem precedente. 


No fim, o que a Globo defende é que apenas os criminosos tenham armas. O que defendem é o monopólio da violência pelo Estado e pelos que praticam a violência contra o cidadão. Como a extrema-esquerda se prepara para voltar ao controle do Estado, não é problema que apenas militares e policiais tenham o direito de possuírem armas de fogo. Já os criminosos não representam perigo, já que estes militantes possuem bom trânsito com a marginalidade. O problema é mesmo o pacato cidadão. Este não pode ter direitos. Deve ser controlado como gado. Deve ser governado com o coturno na garganta, tal qual os animais que pastam nos campos da JBS. 


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