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Fux: um dos falsos paladinos da ética no STF que não querem que o terrorista Battisti pague por seus quatro homicídios


Em mais um dia de infâmia, o ministro Luiz Fux concedeu liminar ao terrorista italiano cesare Battisti, para que ele possa continuar no Brasil. Mesmo após aquela tentativa de fuga frustrada pela Polícia Federal. É claro, a decisão de Fux não é definitiva. O caso ainda será analisado pelo pleno do STF. Além disso o presidente Michel Temer ainda pode rever a decisão. Se serve de alguma coisa, a decisão de Fux deve jogar luz sobre os falsos paladinos da ética. Em especial os ministros Luiz Fux e Luiz Roberto Barroso. 

Além de ser adulador profissional, Fux sempre foi um "progressista" (expressão presunçosa adotada por militantes de extrema-esquerda). A adulação deu certo com Fernando Henrique Cardoso, que o nomeou para a vaga de ministro do Superior Tribunal de Justiça por ocasião da aposentadoria de Hélio Mossimann. Deu certo depois com Dilma Rousseff, que o elevou ao Supremo Tribunal Federal. É claro que não foi só adulação: também pesou na escolha a campanha feita por Fux, principalmente junto do PMDB do Rio (o mesmo de Sérgio Cabral, Eduardo Paes, Fernando Pezão e tantos outros criminosos). Agradecido pelo pistolão, Fux chegou a beijar os pés da hoje presidiária Adriana Anselmo (mulher do então governador Cabral). O ministro também fez campanha para que Pezão nomeasse sua filha como desembargadora do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. O governador atendeu, e a jovem de trinta e cinco anos desbancou nomes experientes da magistratura fluminense. É que eles não tinham o PT e o PMDB para alavancar suas candidaturas. 

Fux também protagonizou uma polêmica em 2011 ao dizer que "o povo votou errado sobre o estatuto do desarmamento". Sim, o excelentíssimo magistrado "progressista disse que a decisão do povo foi errada e que a aprovação do Estatuto do Desarmamento deveria vir "por solução legislativa, sem plebiscito mesmo". "Todo mundo sabe que o desarmamento é fundamental", disse o ministro utilizando a mesma falácia retórica dos estelionatários militantes que colocam sua visão de controle social como verdade inconteste. Para Fux, o correto é deixar uma população inteira a mercê de tipos como Battisti.

Com o advento da Operação Lava Jato, Fux se travestiu de defensor da Justiça. Passou a dar votos longos e supostamente indignados. Começou a cobrar por renovação política, seguindo os passos do moralista de prostíbulo Luiz Roberto Barroso. Assim como outros, ficou claro para a dupla que a defesa da ética poderia servir para salvar o projeto de poder que os colocou no STF. Assim foi feito. Tanto que Fux aproveitou para pregar moral durante o bizarro julgamento de Aécio Neves. Fux disse que Aécio não teve a grandeza de se afastar do Senado, e que cabia ao STF corrigir este processo. "Já que ele não teve esse gesto de grandeza, nós vamos auxiliá-lo exatamente a que ele se porte tal como ele deveria se portar. Pedir não só para sair da presidência do PSDB, mas sair do Senado Federal para poder comprovar à sociedade a sua ausência de toda e qualquer culpa nesse episódio".

Mas quem disse que era papel do STF decidir tal coisa? Mais: quem disse que é papel de ministro do STF pregar moral e ética? O caso é que o oportunista Fux aproveitou o episódio para fazer as vezes de virgem de prostíbulo. Como já foi dito neste blog em outras ocasiões, estes tipos rasteiros se aproveitam de momentos de fraqueza institucional para avançar na agenda totalitária. É fácil se aproveitar de tipos sujos como Michel Temer e Aécio Neves para jogar para a platéia. Fux, Barroso, Rosa Weber, Lewandowski, todos eles sabem disso. É também o momento onde os covardes brilham: muitos têm medo de serem associados a estes nomes, daí saem defendendo as ações justiceiras de uma corte golpista para não parecerem "defensores de bandidos" aos olhos do público ou de seus familiares e amigos. O caso é que uma falha aqui representa o trinfo de quem faz serviços sujos para o PT e de quem sempre agiu como puxadinho da organização criminosa que atuava sob a fachada de partido. 

Fosse Fux tão ético, ele teria renunciado ao cargo quando surgiram as denúncias contra Dilma Rousseff. Teria orientado a filha a renunciar ao posto por indicação de um membro proeminente da quadrilha de Cabral. Aliás, se Fux fosse de fato o homem probo que diz ser, jamais teria pedido favores desta natureza aos criminosos citados. Mas hoje ele quer fazer o evangelho da ética. O problema com tipos como Fux é que sempre são os mesmos defensores de carniceiros de sempre. Enquanto prestamos atenção no malabarismo retórico utilizado por Fux para punir apenas os adversários do petismo, o malandro carioca tenta livrar a cara de um terrorista de extrema-esquerda. Enquanto diz ser "favorável ao trabalho da Lava Jato", Fux defende o que há de pior na espécie humana: o terrorismo e o radicalismo de extrema-esquerda.


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