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Depois de falso estupro e falso namoro, Patrícia Lélis ressurge do esgoto com denúncia de suposta perseguição


Você lembra da Patrícia Lélis, a mocinha que protagonizou o escândalo da falsa acusação de estupro contra o deputado federal Marco Feliciano? Desmascarada, ela foi encontrar refúgio onde suas capacidades de dissimulação e seu mau-caráter são mais apreciados. Sim, ela se tornou militante de extrema-esquerda. Agora se declara feminista, socialista e até já tirou foto com Lula declarando seu falso arrependimento de conservadora recém-convertida.

Bom, ela é incansável. Mesmo após ter mentido sobre o deputado Feliciano e ser alvo de um processo de investigação por falsidade ideológica, falsa comunicação de crime e formação de quadrilha, a moça havia ressurgido na internet tempos depois inventando um suposto namoro com o também deputado federal Eduardo Bolsonaro. Segundo a mitômana diagnosticada, ele a teria agredido verbalmente após encontrá-la em uma casa noturna com o atual namorado. Eduardo teria se descontrolado ao vê-la com o namorado pelo fato dele ser um cubano do Mais Médicos. Vejam só, o Bolsonaro tem um filho que possuí a visão além do alcance: ele conseguiu de longe ver que o suposto namorado era médico, cubano e que era um dos milhares de cidadãos para quem o Ministério Federal, imprensa e Justiça do Trabalho fecham aos olhos por se tratar de um cabresto petista. Bolsonaro fez bem em não se esforçar para responder aos ataques de uma mentirosa compulsiva.

Esta fanfic também não representa o fim da carreira de Patrícia, que depois acusou uma colega de classe que é voluntária do Movimento Brasil Livre de agressão. A própria Patrícia publicou fotos em seu Facebook onde aparece serena exibindo as marcas da falsa agressão. Como se vê, Facebook virou também uma espécie menos burocratizada de Instituto Médico Legal.

Mas sabem como é, criminosos são irrecuperáveis. Patrícia já estava de novo caindo no esquecimento quando resolveu acusar o brasiliense Gustavo Ramiro de perseguição nas redes sociais (sem nenhum motivo aparente, é claro). Patrícia ainda publicou uns prints que provariam as supostas ameaças. O que ela não contava é que o próprio Gustavo Ramiro iria registrar um boletim de ocorrência contra ela por calúnia e difamação.

Aqui a publicação de Patrícia:

Aqui a postagem de Gustavo (incluindo o B.O contra Patrícia)

Bom, eu não conheço Gustavo Ramiro pessoalmente. Nos falamos brevemente apenas quando ele procurou o blog para relatar o caso. Também não conheço o deputado Marco Feliciano (nos encontramos brevemente em dois eventos), assim como não tenho relações de amizade com Eduardo Bolsonaro (também nos vimos em alguns eventos políticos, mas sem nenhuma conversa profunda). Mas conheço Patrícia Lélis e pessoas que tiveram a vida destruída por esta mulher (razão pela qual publiquei um único texto sobre o caso Feliciano). 

Patrícia já se apresentou como jornalista, disse ter casado na Disney, se apresentou como filha de um grande empresário (seu pai vende ovos no entorno de Brasília). Quando criou aquele factoide contra Feliciano, inventou histórias desconexas para provar o estupro. Quando a apresentadora Luciana Gimenez a confrontou com uma gravação do Ministério do Trabalho em que Feliciano entrava no prédio no mesmo instante em que o suposto crime teria ocorrido, Patrícia respondeu que "talvez ele fosse onipresente".Patrícia é doente e criminosa, o que me faz apostar alto na inocência de Gustavo Ramiro e de Eduardo Bolsonaro. Aliás, é justamente este tipo que a extrema-esquerda atraí: os estelionatários, os sociopatas e os oportunistas. Lélis deveria no mínimo estar internada em um sanatório, sedada e com camisa de força para não morder ninguém. Por isso não espanta que ela tenha escolhido militar justamente ao lado dos que lutam contra a política manicomial. Espero que a Justiça conclua seu trabalho de maneira decente, para que não fique pedra sobre pedra.

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