Ads Top

Demissão de jornalista militante mostra que ele jogou tão sujo com Gentili que ultrapassou até os padrões baixos do Pravda de São Paulo


A Folha de São Paulo demitiu o jornalista Diego Bargas, autor da matéria mais sórdida já feita sobre um filme. Ao invés de perguntar ao humorista Danilo Gentili sobre a fotografia, roteiro, personagens, contexto social e elenco do filme Como se tornar o pior aluno da Escola", o militante de extrema-esquerda se limitou ao panfletarismo tosco e truculento. Uma das perguntas mais obscenas feitas por ele foi sobre a ausência de Alexandre Frota e Rachel Sheherazade no elenco do filme, sugerindo que "estes nomes poderiam interessar mais ao público de Danilo Gentili". 

Diego Bargas quis "lacrar". Suas perguntas foram feitas sob medida para depois estampar os esgotos da internet como Catraca Livre, Quebrando o Tabu, Diário do Centro do Mundo e Huffington Post Brasil. A intenção era ser o jornalista que "sambou na cara do reacionário humorista que prega o ódio". Para isso ele se armou do escudo da ignorância e das armas da má-fé para colocar Gentili em uma cilada. Só esqueceu que é rotina entre as produções de filme gravarem as entrevistas. Foi aí que ele dançou. 

O militante Diego jogou pesado. Foi tão sujo que ultrapassou até os limites baixos praticados pela Folha, que não teve outra saída senão demitir a tiete de Lula e Haddad. Olha que o Pravda de SP tem um amplo histórico de baixaria. Aqui neste blog já tratamos de inúmeros casos. Eu mesmo já fui alvo da peçonha do jornal, quando um fã de Mariguella que se diz admirador de criminosos e malandros me fez perguntas dignas de um inquérito policial. Outro episódio inesquecível foi quando alguns militantes de redação disseram que "apesar de lutarem contra a corrupção, movimentos pró-impeachment vendiam adesivos, camisetas e quinquilharias sem fornecer nota fiscal". A rasteira retórica de colocar a venda informal de objetos no mesmo patamar que o plano criminoso de poder do Partido dos Trabalhadores foi um fato histórico sem precedentes em termo de estelionato. Mesmo assim o tal Diego Bargas conseguiu superar os limites. 

Em tempo: Danilo Gentili atuou com a maestria cirúrgica que o caso exige. Assim como eu mesmo fiz quando recebi uma ligação do jornalista Artur Rodrigues, da mesma Folha de São Paulo me interpelando sobre um fato revelado neste mesmo blog, que era minha contratação para atuar como Supervisor de Cultura da Prefeitura Regional Sé. Danilo não se vergou aos milhões de acessos que a Folha possuí, e tratou de desmascarar o jornalista deixando claro seu viés político. Danilo se recusou a ser uma vítima.

A lição maior foi sobre o respeito que damos ao adversário. Por vezes a direita se vê em um estado de prisão mental, dando oportunidades de sobrevida a quem nos destroçaria na primeira oportunidade. Danilo não tratou o jornalista com dignidade porque ele não era merecedor desta deferência. O sujeito foi até Gentili com a intenção de arranhar sua imagem e o associar ao que há de mais asqueroso que é a pedofilia. Danilo simplesmente desmascarou seu agressor, expôs seus métodos. o humorista atuou nos limites da democracia, que nos dá tanto a liberdade de expressão quanto a liberdade de ação por meio da justiça. Se fosse o contrário, tenham certeza de que as esquerdas pediriam até a morte do apresentador. Com eles funciona a antiga prática de executar e fincar a cabeça em uma estaca para servir de exemplo. Gentili apenas denunciou o jornalista, e uma demissão é algo pequeno diante do dano que ele poderia causar se não foi fosse desmascarado com rapidez. 

O caso é que Diego se sentiu a vontade para fazer o que fez. Assim como outros militantes que atuam naquele covil, ele se habituou com os colegas que fabricam histórias ao invés de publicar fatos. Diego foi vítima de uma cultura de trabalho baseada na mentira, na difamação e na militância extremista travestida de jornalismo. Ocorre que os antigos já diziam: o uso do cachimbo deixa a boca torta. Diego foi com muita sede ao pote, esquecendo de formular uma pergunta sequer o filme em si. Também quis pegar rabeira nas polêmicas recentes sobre as exposições do Santander Cultural e do MAM. Diego forçou a barra sem ao menos camuflar suas intenções. Não seguiu o manual da Folha que sempre exige que se coloque um verniz de boas intenções em perguntas enviesadas. 

O que salva a Folha e garante a sobrevivência deste péssimo veículo é justamente a falsa aparência de parcialidade. É o que garante anunciantes, assinaturas e certa autoridade imerecida. Diego poderia colocar tudo isso em risco, já que jogou descoberto. Vamos lembrar que este é o jornal do "Otavinho" Frias Filho, citado em áudio de Renan Calheiros como grande figura da mídia que havia atendido um pedido pessoal de Dilma Rousseff para tentar reverter o processo do impeachment. A Folha não é dirigida por adolescentes. Sua cúpula sabe das coisas e há anos joga seguindo um esquema tático que o socialista Macron descobriu só agora: é mais proveitoso jogar fantasiado de centro ou de moderado, fica mais fácil de avançar em pautas radicais. Diego deixou a estrela vermelha brilhar mais alto e não deixou alternativas para um jornal cada vez menos conceituado. Certamente ele deve estar se sentido injustiçado, já que aquele esgoto que atua em parceria com o UOL possuí gente muito mais radical que ele trabalhando pela causa sem ser incomodado por ninguém. Mas são mais cuidadosos e não espantam o público ou os anunciantes. 


Curta O Reacionário no Facebook:

[left-sidebar]

Tecnologia do Blogger.