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Celebrada por PT, PSOL e PCdoB (e pela Rede as escondidas), a Revolução Russa inaugurou um inédito ciclo de barbáries pelo mundo


Nos últimos dias vemos grande e intensa euforia por parte de jornalistas, artistas e políticos em torno das celebrações do centenário da Revolução Russa de 1917. Na verdade celebram a revolução de Outubro como se os comunistas não tivessem nenhuma relação com o processo de desestabilização que derrubou o czar Nicolau II em março daquele ano. Bom, eles foram mais hábeis que os social-democratas e liberais. Não só conseguiram tomar o poder como lograram êxito em destruir por completo seus opositores. Incluindo opositores comunistas.

Quando se vê nomes da esquerda celebrando a Revolução Russa, é bom ter em mente que não é uma falha cognitiva: estão de fato celebrando um episódio que talvez se compare apenas ao incêndio do Reichstag e o governo de Adolf Hitler que desembocaria no famigerado "Reich". Estão celebrando o primeiro experimento de sangue do século XX.

Todos os nomes ligados ao PT, PSOL e PCdoB que hoje prestam referência ao sangue derramado sabem muito bem o que pretendem. Sabem o que estão celebrando. Como por exemplo, a morte de 20 milhões de soviéticos em eventos conduzidos pelos dirigentes comunistas como o Holodomor na Ucrânia, a grande fome de 1921, o extermínio dos cossacos do Rio Don e o Expurgo stalinista (que ceifou mais de 650 mil almas).

Quem celebra a revolução comunista sabe que são seres humanos vazios de qualquer sentimento de empatia. Não se encontra nestes indivíduos absolutamente nada do que caracteriza os demais seres humanos. Todos os gestos humanitários que caracterizavam outras guerras foram abolidos por eles. Assim como fizeram os revolucionários franceses que foram possuídos pelo jacobinismo, os russos decidiram dar cabo de seus monarcas. Como o comunismo é pior do que qualquer outra crença ou ideologia que já tenha existido, decidiram que deveriam fuzilar a família inteira sem ao menos oferecer chance de julgamento ou de um fim digno. Foram executados a traição, seus corpos foram jogados no fundo de uma mina e seus pertences foram roubados. Os membros da polícia secreta que participaram do assassinato jogaram ácido sulfúrico por cima dos corpos e depois atearam fogo. Quem conhece outros episódios de guerra lembra de que em determinados momentos os estados rivais faziam concessões humanitárias. Com os comunistas a humanidade passa a ser lembrança do passado.

Foram estes eventos que inspiraram outros como o Khmer Vermelho em Camboja, com seus 3 milhões de mortos. As experiências mais leves de socialismo culminaram no Sendero Luminoso no Peru, no Exército Sandinista na Nicarágua e nas Farcs colombianas. Mas tivemos também a Revolução Cultural de Mao, o regime da Coreia do Norte, a Albânia de Enver Hoxha, a Romênia de Nicolae Ceausescu, a ilha-presídio de Fidel Castro e aqui perto de casa o caso da Venezuela, transformada por Hugo Chávez e Nicolas Maduro em uma verdadeira sucursal do inferno. Isso sem falar em grupos que embora não tenham obtido sucesso, se influenciaram nos eventos da Revolução Russa para praticar atrocidades. Temos desde a Intentona Comunista e guerrilhas como a VAR-Palmares como grupelhos como o Baader-Meinhof (Fração do Exército Vermelho).

Os militantes da esquerda que celebram a Revolução Russa inventam toda a sorte de mentiras para justificar sua posição. Uma publicação do PSOL chegou a sugerir que "os direitos que temos hoje não existiriam sem a Revolução Russa", segundo as palavras do presidente do partido Luiz Araújo. Como se vê, mais um estelionatário querendo se apropriar de anos de luta dos liberais pelos direitos humanos para o lado dos defensores de ditaduras. A Revolução Russa foi a primeira de cunho marxista, e inaugurou com contundência as primeiras das mais de cem milhões de mortes praticadas pelo ideário socialista.

O caso é que a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas que faz a cabeça da extrema-esquerda brasileira era composta por golpistas (alguns foram até criminosos antes do engajamento na política), sádicos e psicopatas. Tudo o que era de bizarro foi praticado pelos agentes do estado e pelos guias do processo revolucionário. Desde a tara do partido único que move os corações de dez em cada dez esquerdistas até a completa violação de qualquer espécie de direito ou lei para o cidadão comum. Transformaram o país em uma imensa fazenda onde o povo fazia o papel de gado dos dirigentes do CCCP. Quem hoje celebra o fato sabe do Holodomor, das perseguições, dos gulags. Mas fazer o que, não é, deputado Glauber Braga, Jandira Feghali, Chico Alencar... Amor não se explica, apenas se sente.

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