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Ao juntar sua gangue contra o MBL, Caetano e Paula Lavigne se articulam para cortar a garganta de adversários ideológicos


A notícia do final de semana é a articulação de supostos artistas e intelectuais contra o Movimento Brasil Livre e políticos que criticaram a exposição do Santader Cultural e a performance La Bête, do MAM-SP. Os milicianos estabeleceram suas diretrizes no apartamento de Paula Lavigne, espécie de covil oficial dos apoiadores da extrema-esquerda no mundo artístico. É de lá que saíram com o tal “342 Artes”, para atacar quem entendeu que as iniciativas artísticas mencionadas acima promovem a apologia à pedofilia e zoofilia. Entre os que deverão ser processados estão os prefeitos do Rio e São Paulo Marcelo Crivella e João Doria, o senador Magno Malta e o MBL. 

Segundo os ilustres representantes do esgoto, os alvos de processos devem ser processados por atribuição de intenções. Ainda segundo os execráveis senhores, a intenção é criar uma cortina de fumaça para que temas políticos importantes não sejam discutidos. Seria esta a intenção oculta dos políticos e movimentos. 

Bom, talvez estejam se pautando pela própria régua. O defensor de black blocs Caetano Veloso, sua mulher Paula Lavigne e outros imundos que participam dessa articulação macabra são notórios apoiadores da extrema-esquerda. Não é necessário aqui resgatar nenhum episódio em específico, já que a internet está repleta de provas concretas contra estes personagens. Podemos então afirmar com convicção que são eles que se articularam para criar uma cortina de fumaça para que a sociedade não discuta assuntos importantes como a tentativa rasteira de se livrar Lula da cadeia e salvar o que resta do plano criminoso de poder arquitetado pelo Partido dos Trabalhadores. Tanto é verdade que Caetano se travestiu de defensor da Lava Jato e participou do lançamento do #342 junto com a mesma nata global que agora o apoia. Daí convidou o vaidoso Deltan Dallagnol para um jantar em sua casa, onde passou pitos no procurador. Disse que era “contra a corrupção e que defendia a Lava Jato”, mas que os procuradores deveriam respeitar Lula e não promover o ódio político. Ou seja: respeita a operação quando ela atinge alvos do PMDB, PSDB e outros. Quando mexe com Lula, aí a coisa fica feia. 

Sim, os tais componentes do #342 pretendem desviar o foco. Tanto que lançam mão de uma retorica fascistoide típica dos governos bolivarianos que defendem para tentar coagir os críticos: para defender a democracia e liberdade de expressão, devemos impedir que certas opiniões sejam manifestas. Para garantir um dos direitos humanos, temos que negar a determinados cidadãos o exercício destes mesmos direitos humanos. 

Esta lógica torta não foi feita para fazer sentido, assim como não fazem sentido tantas normas de ocasião paridas pelas mentes cavernosas destes ideólogos. Não por acaso podemos encontrar no meio destes tais “artistas e intelectuais” uma gama de cheerleaders de Fidel, Mao, Che, Mariguella, Chavez e Maduro. É por isso que nomes como Letícia Sabatella, Criolo, e Chico Buarque. Ou mesmo tipos como Fábio Porchat, cujo pai foi enredado nas investigações de desvios da Lei Rouanet. 


Caetano e Paula Lavigne mentem para defender seu território. Durante anos esta turma construiu na cultura o seu castelo forte, de onde passaram a ditar normas que deveriam ser seguidas pela sociedade brasileira. O fato de um ou outro ser compositor, músico, ator ou poeta já passou a ser algo equivalente a “intelectual” com todas as supostas competências que o cargo confere: um sujeito destes se torna uma espécie de mandarim tupiniquim que se torna autoridade em tudo. Por isso que se criou em torno desta pretensiosa elite uma espécie de culto. Esta pajelança exige que qualquer artista, personalidade ou político que deseja ascensão procure ter antes com Caetano e Gil. Dali o sujeito vê abrir diante de si as portas da Globo, da Folha e das grandes gravadoras (notadamente ambientes associados ao conservadorismo pelos mesmos canhotos que deles se retroalimentam). Veja o caso das renegadas Valeska Popozuda e Anitta, que agora são referenciadas como formadoras de opinião. É que assim como Dallagnol, foram beijar a mão dos caciques no covil de Paula Lavigne. Paula, que hoje se posta de vestal contra a censura é a mesma que instituiu um grupelho chamado de “Procure Saber”, que pretendia censurar biografias não autorizadas. A falsa defensora das liberdades individuais queria impedir que autores contassem detalhes incômodos da vida de personalidades como ela e o marido. Uma busca sobre os dois no Google revela detalhes íntimos que levariam outros mortais para a cadeia, o que motiva esta ânsia por censura.

Agora imagine esta casta diante da constatação de que o povo não se coloca mais de cócoras aos seus desmandos. Quem viu a expressão de ódio no olhar de Andreia Horta contemplando a dócil Dona Regina no programa Encontros tem esta dimensão: não se admite que o povo se veja como senhor da própria vontade. O ódio desta elite representada pelos associados da Globo e subalternos associados se traduz neste movimento stalinista de mandar os revoltosos para a Sibéria. É claro, como não podem mandar para a Sibéria optaram por se reunir no Leblon para elaborar estratégias de difamação. 


Há que se falar também que é uma elite totalitária e também parasitária. Caetano, o defensor de black blocs e enamorado de ditaduras é um dos grandes beneficiários da Lei Rouanet. Assim como sua irmã Maria Bethania, que no auge do lulopetismo quase colocou as mãos sujas em R$ 1, 3 milhão que seriam direcionados a um blog chamado “O mundo precisa de poesia”. Com tantos escritores e poetas trabalhando no Brasil e lutando todos os dias pela subsistência, a irmã do déspota baiano queria receber uma fortuna para postar seus versos em um blog. O próprio Caetano já se lambuzou ali. As esposa Paula sempre teve inexplicável trânsito nos ministérios da cultura petista, onde pressionava comissões para aprovar projetos de seu interesse (incluindo aprovação de captação de recursos da Lei Rouanet). 

Vemos assim do que se trata a luta do #342, que consegue reunir nomes nefastos como Caetano e Paula Lavigne, Leticia Sabatella e Fábio Porchat. São os apoiadores do extremismo e do parasitismo estatal. Desejam por um estado de coisas onde quem pensa como o MBL, como o Nas Ruas, com a Dona Regina e tantos milhões de brasileiros seja impedido de protestar contra o absurdo de sua tirania. Sonham com um mundo onde sejamos apenas escravos de suas vontades. Não por acaso são apoiadores daquele chefe de organização criminosa que pretende calar jornalistas e prender opositores caso retorne ao poder. Por isso estão criando esta cortina de fumaça para cortar a garganta dos adversários fingindo combater a censura.

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