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A valentia do Zé de Abreu: coragem apenas para cuspir em mulheres e brigar pelo Twitter


O ator Zé de Abreu é sempre prodigo em redefinir o conceito de indignidade, como mostra a notícia do Jornalivre
O ator petista Zé de Abreu resolveu novamente atacar Fernando Holiday, desta vez no Twitter. No entanto, levou uma resposta rápida e destruidora do vereador:
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Depois disso, o ator o bloqueou, e ainda se orgulhou de ter bloqueado:
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Nada surpreendente para um sujeito que acha normal cuspir nas pessoas.

Vamos recapitular: 

Zé provocou. Foi defenestrado. Bloqueou. Exposto, resolveu se defender fazendo alusão ao cuspe que disparou contra uma mulher em um restaurante de São Paulo (o que prova que o marido errou ao não ter defendido a honra da esposa ali mesmo, da maneira tradicional). 

Zé de Abreu há muito deixou de ser gente. Como todo petista, ele passa a considerar que seus adversários ideológicos não são dignos da condição humana quando foi ele que abdicou de sua humanidade. Talvez esteja abaixo até mesmo da categoria dos animais. Ele inaugurou uma categoria de criaturas sórdidas cuja régua moral se mede pela sujeira que produzem. Tudo o que é considerado mais indigno e degradante por qualquer ser civilizado é por eles venerado como prática de sobrevivência. Por isso que quando questionado, o abjeto representante do lixo celebra uma agressão contra uma mulher. 

Assim como no caso de Jean Wyllys, sempre lembro que até hoje o jogador Neto paga o merecido preço pela cusparada desferida no árbitro José Aparecido de Oliveira. Mesmo na várzea a prática é inaceitável. Quem assim procede é visto como criatura indigna de qualquer comiseração. 

Por isso é justo afirmar que Zé de Abreu não passa de um arremedo de ser humano, que não pode ser considerado como igual a nós. Uma criatura como ele deveria ser colocada a margem da sociedade civilizada, tal como os leprosos em tempos antigos. O problema é que por lá ele se reuniria com semelhantes e se multiplicaria como praga que é. Ao fim e ao cabo estaríamos todos envolvidos na árdua tarefa de reforçar as defesas da sociedade contra as criaturas macabras que resultaram do cruzamento entre Jean Wyllys, Zé de Abreu e a moça do Masp que defecou na foto de Bolsonaro. Seria um verdadeiro apocalipse zumbi. 


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