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A mostra do MASP não será alvo das mesmas críticas, já que seus organizadores preferiram vetar o acesso de crianças



O Museu de Arte de São Paulo lança a mostra Histórias da Sexualidade, com obras de artistas diversos como Tunga, Picasso, Tolousse-Lautrec, Teresinha Soares, Miguel Rio Branco, Pedro Correia de Araújo, Tracey Moffatt e Guerrilla Girls. Uma mostra repleta de corpos nus, performatividades de gênero, Jogos sexuais e até voyerismo. Certamente algo feito para chocar os mais conservadores. Mas esta mostra tem tudo para não despertar a mesma ira que a performance La Bête e o Queermuseu. A razão é simples: o museu é uma entidade privada e a classificação etária da mostra é de 18 anos.

Este é o ponto central da discussão, justamente o aspecto mais omitido pelos canalhas que tentaram fazer crer que era normal o assédio ideológico contra crianças. Sim, é disso que se trata: erotização de menores com uso de dinheiro público. Em alguns casos até mesmo sem o conhecimento dos pais, que imaginavam que as escolas de seus filhos fariam inocentes visitas a museus. O MASP já barrou a possibilidade de acesso de crianças. 

Neste caso podemos dizer que só vai na exposição quem quer, que não devemos atuar como a polícia da Fé saudita. A mostra é provocativa, assim como são tantas outras manifestações da sociedade. Mas não atinge quem não pode se defender, nem afronta a sociedade com o financiamento impositivo ou com o ideário do caos que norteou o Queermuseu e a performance do MAM. 

Claro, os organizadores provavelmente devem ser progressistas (assim como 80% dos que atuam no setor cultural). Provavelmente irão emprestar suas vozes ao movimento dos bárbaros e estelionatários que se insurgiram pelo fascismo cultural para rotular os críticos das outras exposições de “censores”. Mas o fato é que os organizadores da mostra do MASP preferiram de maneira consciente não incorrer nas mesmas escolhas nefastas de Gaudêncio Fidélis e Wagner Schwartz. Eles não querem colher o repúdio devastador que os outros experimentaram junto com apoiadores oportunistas como Caetano Veloso, Paula Lavigne, Fernanda Montenegro, Tico Santa Cruz e a escória da Rede Globo. 

Enquanto não houver iniciativas da extrema-esquerda em envolver crianças em sua agenda ideológica podre, nada há que se fazer. Segue o jogo.

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