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A hipócrita elite de Hollywood que acusou Trump de machismo agora se vê envolvida em um dos mais graves escândalos de assédio da história


Um artigo de Gregório Belinchón no El País explica o caráter sórdido do produtor e magnata do cinema Harvey Weinstein, recentemente envolvido em um escândalo de proporções poucas vezes vistas em Hollywood. Ou melhor: Belichón expõe boa parte do problema ao abordar os métodos pouco ortodoxos de Weinstein nos negócios, mas passa muito de leve sobre a natureza política do abusador sexual preferido dos esquerdistas americanos. 

Boa parte do que caso já é explorada no noticiário, como as práticas de assédio, estupro e coerção do produtor contra mulheres do showbiz. Harvey também era contumaz adepto da prática do "couch test", a velha troca de oportunidades por sexo para quem tem o poder de abrir estas portas. O que é engraçado é ver o suposto espanto de jornalistas globais diante desta notícia, sempre imprimindo asco e indignação forçada em suas sentenças. Isso vindo da mesma emissora que permite que seus diretores façam dos castings uma espécie de harém. Mais rumoroso e grave que o caso envolvendo José Mayer foi a confusão que envolvia o ator e diretor Wolf Maia. O sujeito teria assediado um ator que era companheiro de um produtor da casa. A saída adotada pela emissora foi a mais calhorda possível: resolveram tirar da novela o jovem ator alvo do assédio. E nenhuma das atrizes oportunistas fez protesto ou lançou hashtag em favor do rapaz. 

Mas voltando ao caso, muito pouco tem sido dito por aqui sobre a militância de Weinstein. Financiador do Partido Democrata, o empresário fez doações e promoveu eventos de arrecadação tanto para a campanha de Hillary Clinton nas prévias quanto em sua candidatura presidencial em 2016. Isso sem contar nas diversas doações para a Fundação Clinton. Questionada pela opinião pública americana, a democrata afirmou que iria doar "10% do valor da última doação para a caridade". Hillary se refere a última doação pessoal feita por Harvey, que foi de 17 mil dólares. Sim, a mesquinha democrata pretende doar 1.700 dólares para caridade para fazer o americano esquecer de sua associação com mais um maniaco sexual. 

É, Harvey não foi o primeiro nome do entorno de Hillary a se envolver em escândalos sexuais. Sobre o marido de Clinton, o episódio menos grave é foi o sexo oral com a estagiária Mônica Lewinsky no Salão Oval da Casa Branca. Bem mais corrosivas são as diversas acusações de assédio e estupro, em especial as denúncias de Juanita Broaddrick e Kathleen Willey. O marido de Hillary também era frequentador da ilha particular do megaempresário Jeff Epstein, que aliciava garotas menores de idade para serviços sexuais. Além de viajar diversas vezes no jatinho particular de Epstein para locais como Brunei, Noruega, Hong Kong, Japão, Portugal e China, o ex-presidente visitou a ilha do bilionário pedófilo vinte seis vezes, dispensando o serviço de segurança do FBI em várias ocasiões. Isso sem falar na prisão do assessor Anthony Weiner, que era casado com a assistente de Hillary Huma Abedin. Weiner foi preso pelo FBI por abuso de menores após enviar fotos de seu pênis para uma de suas vítimas. Ao abrirem o celular do maníaco, encontraram informações reveladoras sobre os crimes praticados pelos democratas na campanha presidencial, bem como informações confidenciais ligadas ao escândalo dos emails que Hillary trocou por meio de uma conta particular (a democrata chegou a jogar ácido em um disco rígido depois de tentar destruí-lo a marteladas). Na época, a mídia mainstream ocidental (incluindo nossa débil imprensa tupiniquim) tentaram emplacar a narrativa de que "as acusações de Trump contra os Clinton eram fake news".

O caso Weistein pode ser só mais uma gota no oceano de sujeira que é o entorno de Hillary Clinton. Representa com fidelidade a imundície do Partido Democrata. Nem em prisões se reúnem tantos tarados, estupradores, estelionatários e corruptos como este partido (é claro, não estamos considerando o nosso Partido dos Trabalhadores neste contexto). Chama também atenção para a hipocrisia dos militantes de Hollywood. Primeiro por se tratar de um figurão da indústria do cinema intimamente ligado a esquerda americana. Segundo por se tratar de um dos nomes mais influentes no Festival de Sundance, que como se sabe, é utilizado há anos como palanque dos democratas (incluindo ataques contra Donald Trump). E terceiro: o caso Weinstein destampou boeiros do entretenimento revelando podres de outros militantes. como Ben Affleck e George Clooney. Cotado para a disputa do Senado e do Governo da Califórnia pelos Democratas, Affleck  simulou repúdio aos atos de Weistein e foi acusado de hipocrisia por usuários do Twitter que relembraram de quando ele apalpou os seios da atriz Hillary Burton no programa Total Request Live, da MTV. Uma usuária disse que todos haviam esquecido o episódio, mas foi respondida pela própria Hillarie Burton que escreveu; "Eu não esqueci". Já Clooney foi acusado pela atriz Vanessa Marquez de acobertar o assédio da qual ela teria sido vítima na série Plantão Médico. Vanessa ainda disse que Clooney a colocou na lista negra de Hollywood por conta da denúncia, já que para ele "as mulheres que não jogavam o jogo perdiam a carreira". 

Como todo sujeito imprudente, Weinstein bagunçou o tabuleiro dos democratas. Embora por aqui não se fale muito no caso para não revelar que nossos formadores de opinião são simpatizantes de tarados e corruptos, o fato é que será muito difícil para os Democratas se recuperarem deste estrago. Agentes importantes foram tragados pelo episódio que mostrou ao público americano e observadores estrangeiros quem de fato são os moralistas da esquerda progressista que chegaram a chamar Donald Trump de porco por conta de uma fita de dez anos atrás (curiosamente guardada com carinho pela NBC). Foi o pior momento da campanha de Trump: Hillary aproveitou a fita para dizer que "aquele homem não poderia ser presidente". Quando o republicano se defendeu dizendo que era apenas uma "conversa de vestiário", foi alvejado por militantes democratas como LeBron James e pelo mesmo Ben Affleck que hoje está nas manchetes. LeBron disse que "os jogadores jamais falavam daquela forma sobre mulheres, que o vestiário era um ambiente de respeito". O pudico LeBron esqueceu dos jogadores de basquete Derrick Rose e David Moss, além do polêmico jogador de futebol americano OJ Simpson. Pior foi Ben Affleck, que se esqueceu de si mesmo ao dizer que "Não se pode falar de mulheres desta forma". Se é terrível saber que existem tipos asquerosos como Weinstein, Clooney, Affleck, Weiner e os Clinton, ao menos é positivo saber que a descoberta expõe ao mundo como são podres os justiceiros da esquerda.


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