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A asquerosa imprensa usa o sangue dos cadáveres de Las Vegas para avançar na agenda do desarmamento


Algo comum na cobertura do atentado de Las Vegas foi o viés da imprensa. Quem leu as manifestações do The Guardian, da CBS, da CNN, da Folha de São Paulo, Globo e outras corporações genéricas da mídia tradicional certamente percebeu a sincronia entre as análises: o atirador Stephen Paddock utilizou armas para cometer aquele massacre. Logo, a ocasião exige um debate feito no calor do momento sobre a adoção de políticas rígidas no controle de armas. A Globonews chegou até a publicar uma enquete canalha para induzir o telespectador ao erro (foi um vexame, diga-se de passagem). Mas a tônica era a mesma: a situação é tão grave que não temos que discutir outra coisa que não a adoção imediata de restrição para o uso de armas de fogo.

Mas vamos pensar o seguinte: será que estes senhores acreditam mesmo que o tal atirador iria respeitar a proibição? Aliás, o estado de Nevada restringe o porte de fuzis de assalto. O que não impediu que Stephen adquirisse as armas e praticasse o banho de sangue. Isso é óbvio: criminosos, terroristas, atiradores, loucos e outros tipos de desajustados não se preocupam com leis. Não podem ser parados por burocracia.

Para quem estas leis se aplicam? Sim, ao pacato cidadão.


O caso é que eles sabem disso. Não é o primeiro atentado. Não é a primeira carnificina, também não será a última. Mas a solução é sempre a mesma: não é desarmar os monstros, mas sim diminuir as chances de defesa das vítimas. 

Notem também o tempo da reação: quando o crime é praticado pelo tradicional perfil terrorista (muçulmano fundamentalista de origem árabe ou africana refugiado ou imigrante em país ocidental), o manual da grande imprensa adota os seguintes passos: 

1) Notícia genérica para abordar o fato atribuindo a violência a ser inanimado ou a evento espontâneo (ex: van atropela pessoas em Jerusalém ou caminhão atropela pessoas em Nice). 2) Quando se confirmam os rumores de atentado, a postura é “Não devemos nos precipitar”. 3) Quando o sujeito passa a ter nome, sobrenome e motivação confirmados, a postura é de que “Não podemos criminalizar uma raça, uma religião ou uma nacionalidade”. No caso do terrorista democrata que atirou no senador republicano Steve Scalise, o argumento é que “não se podia criminalizar um partido ou uma ideologia” (já que o sujeito era seguidor do socialista Bernie Sanders). 4) Por fim, dizem que “primeiro devemos pensar nas vítimas, depois em política”. 

No entanto, nada disso é feito em casos como o de Las Vegas. Um caso imprevisível de um atirador louco que poderia ter matado pessoas de várias formas possíveis. Mas aí não é necessário qualquer cautela, qualquer estudo ou avaliação. Muitos menos dar assistência as vítimas e suas famílias. Pelo contrário, quanto antes se aproveitar a comoção melhor. É como pensam os abutres que defendem o desarmamento. Nos Estados Unidos postam a hashtag #guncontrol e no Brasil exibem uma matéria ridícula “Que mundo é esse?: A cultura e o mercado de armas nos Estados Unidos”. No país dos quase 60 mil homicídios, querem fazer crer que o problema são as armas nas mãos de cidadãos. Querem nos convencer que tudo será o ponto fora da curva representado por um atirador instável será uma realidade confrontada em cada esquina. Mentem apenas para deixar a sociedade de joelhos para a opressão da qual são fiadores. Pode-se afirmar com toda certeza que desde Gengis Khan e Haburabi não se vê tanta gente se empenhando em defender a barbárie e selvageria. 


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