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A arrogância e fascismo dos progressistas não resiste ao confronto com uma simples Dona Regina


Foi cômico o que aconteceu no programa “Encontros”, de Fátima Bernardes. Veja a reportagem de Caras.
Sem a presença de Fátima Bernardes, que está de férias, o Encontro teve uma saia justa entre uma senhora da plateia e os convidados do programa nesta sexta-feira, 6.
Discutindo sobre a censura de obras artísticas nos museus do Brasil, uma senhora se posicionou contra a exposição do Museu de Arte Moderna de São Paulo em que uma criança toca no pé de um artista nu. "Eu não sou contra a arte, mas sou contra a exposição da criança ali daquela forma. Eu sou contra a mãe que levou a criança, porque um adulto, tudo bem, mas será que essa criança foi preparada?", questionou dona Regina.
Andreia Horta ficou visivelmente incomodada com a opinião da senhora. "Prefiro não comentar", soltou a atriz com um sorriso amarelo.
Na sequência, Bruno Ferrari retrucou a opinião levantada por Regina. "A criança foi exposta ao quê?", quis saber o ator com um semblante sério. "Ao nu mesmo e tocando ali [no pé do artista]. Pra quem assistiu não foi legal, pra quem estava em casa, como eu. Entendeu?", respondeu a aposentada com a voz trêmula.
+ Fátima Bernardes reúne amigos e familiares para celebrar seus 55 anos: "Não podia ser melhor"Visivelmente incomodado com a situação, Bruno ficou calado e Andreia resolveu interceder. "Direito à opinião é liberdade. Todo mundo tem que ter direito a tudo. O que não posso é obrigar você a pensar como eu e nem o contrário. Não estamos conseguindo ter discussões abertas sobre as coisas. As opiniões estão reduzidas às redes sociais. Virou uma arena sangrenta, onde as pessoas ofendem. Eu coloquei minha opinião lá e fui ofendida de todas as maneiras possíveis. O que as pessoas viram, no vídeo, não estava à altura do que estava acontecendo na exposição. A exposição é absolutamente delicada. A performance dele é extramamente delicada, não tinha nada de violento ou pornográfico. Há uma distorção muito grave do que houve ali, tomando proporções inacreditáveis. É terrível que um corpo nu seja um choque, inclusive para o brasileiro", discursou Andreia antes de ser interrompida por Regina.
"Na criança", rebateu a senhora para irritação e desconforto maior dos convidados.
Percebendo o climão, a apresentadora Ana Furtado resolveu entrar na conversa. "Que estava acompanhada da mãe", completou Ana referindo-se à presença de um adulto com a criança.

Como são sensíveis os progressistas tolerantes, sobretudo os que trabalham na nefasta Rede Globo. Acostumados a ditar ordens e padrões morais que deverão ser seguidos pelos pobres mortais que supostamente não são tão esclarecidos quanto eles. Não passam de fascistas querendo promover engenharia social por meio da mentira e da fraude. 

O caso em tela é sensacional: uma aposentada anônima desafiando anos de trabalho da intelligentsia socialista. Tudo o que foi cuidadosamente elaborado por eles durante anos foi demolido em alguns minutos por uma senhora de cabelos brancos que por acaso estava participando daquele circo de horrores que é o programa de Fátima Bernardes. Detalhe: a produção organizou um "debate" com cinco artistas favoráveis ao que a escória chama de arte e nenhum artista contrário. Na hora de chamar alguém para contrapor a opinião majoritária, escolheram uma velhinha para estabelecer a relação rasteira entre conservadorismo e velhice. Por isso que Andreia Horta e Bruno Ferrari perderam a linha. Estão acostumados a ditar padrões sem ouvir resposta. Saber que existe gente que não se agacha aos stalinistas de banho tomado deve doer muito. 

É claro, eles terão seus apoiadores. Alguns dirão que a senhora só repetiu senso comum, que não levou em consideração as vanguardas artísticas, a liberdade de expressão, a relatividade de tudo. Como já foi dito em outras ocasiões, a extrema-esquerda costuma recorrer ao mansplaining para desqualificar o pensamento racional. 

Não há muito mais que possa ser dito sobre este episódio, já que a postura serena de Dona Regina e a cara de ódio dos globais já resumiram tudo. Ali tivemos a reação do homem comum e a reação desproporcional, mentirosa, cínica e truculenta dos fascistas que pregam mais amor. Encerro afirmando que a heroína do dia não veste capa, mas tem cabelos brancos e usa óculos antigos. Dona Regina foi na casa do adversário e o afrontou em seu domínio. Fez muito mais do que a maioria de nós. 

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