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Tal como Pennywise, a monstruosa Dilma emergiu do esgoto para defender ditaduras socialistas atacadas por Trump


É isto que Dilma Rousseff pensa da fala de Donald Trump na Assembléia Geral das Nações Unidas. Para ela, a culpa é toda dos Estados Unidos.

Não precisamos aqui entrar no mérito das acusações. A experiência com gente abjeta como Dilma deixa claro que a verdade é sempre o oposto daquilo que sai de suas bocarras. Trump não é fascista nem os regimes de Irã, Cuba e Venezuela são minimamente democráticos. Notem que Dilma foi malandra o suficiente para não mencionar a Coreia do Norte, país que foi agraciado com uma embaixada brasileira durante o mandato de seu criador Lula. Seria incômodo defender o regime que financiou a Vanguarda Armada Revolucionária da qual a czarina destronada fez parte, daí o melhor é focar em Venezuela, Cuba e Irã. Dilma ficou particularmente irritada com Trump por este ter enquadrado suas ditaduras amigas como regimes dirigidos por irresponsáveis, além de ter dito que o socialismo foi fielmente implantado na Venezuela. A reação de Dilma foi tão impetuosa que a monstruosa ex-presidente que se ocultava com o codinome 2606iolanda@gmail.com (referência a morte do soldado Mário Kozel Filho) agiu com desespero e força, saindo de sua irrelevância habitual para confrontar o presidente dos Estados Unidos. Por ser um monstro moral, sempre que Dilma age desta forma acaba imitando o palhaço Pennywise: emerge do esgoto para praticar atrocidades como a defesa do genocídio, do totalitarismo e da selvageria praticadas por regimes socialistas.


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