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Principal dever de Raquel Dodge é ressuscitar PGR, transformada por Janot em Prostíbulo Geral da República


A nova Procuradora Geral da República Raquel Dodge tomou posse no cargo hoje. Sua principal missão é clara: ressuscitar uma instituição transformada em prostíbulo por seu antecessor Rodrigo Janot. Janot não quis comparecer a posse por pirraça, emitindo uma vergonhosa nota de despedida onde arroga para si feitos não realizados e glórias fictícias. No final de seus dias, Janot perdeu o senso do ridículo para superar sua própria marca de cinismo. Saiu da PGR para a lava de lixo da história. 

Janot é de longe um o pior nome que já chefiou aquela instituição. Dado a conspirações, golpes e politicagem marginal, o sujeito de aparência suína tentou de todas as formas rifar o país ao petismo. Calculista, Leviano, oportunista e truculento, Janot conseguiu provocar rachas até mesmo dentro de uma instituição marcada pelo corporativismo. Como bom fascista que é, Janot utilizou as disposições de seu cargo para fazer política. Ou melhor, para auxiliar o Partido dos Trabalhadores. 

Em que se a dificuldade que o procurador teve em disparar flechas nos últimos meses, fato é que Janot é um sujeito engenhoso. Começou a militância no Ministério Público em um grupo conhecido como “Tuiuiús”, que reunia jovens procuradores ligados à esquerda. Antes do Brasil 247 se tornar relações públicas do petismo, o veículo publicou uma matéria assinada pelo jornalista Claudio Tognolli a respeito dos “tuiuiús”. Destaca-se o trecho

Quando Lula ainda era candidato, um escritório de advocacia de São Paulo esmerou-se na tarefa da chamada “litigância tuiuiú”. Consistia em, basicamente, reunir esforços de cinco advogados “progressistas”. Estes sentavam, nas cercanias da rua Augusta, na zona sul de São Paulo, e numa sala prolatavam denúncias contra membros do governo FHC. Um dos alvos principais era o ex-secretário particular da presidência, Eduardo Jorge Caldas. Eram advogados que gostavam muito de dinheiro, mas lutavam sindicalmente contra o capitalismo de mercado. Aliaram-se a Luiz Gushiken, a Ricardo Berzoini, e demais parcelas autóctones do sindicalismo anti livre-mercado (muito igual aos sindicalistas do livro “Atlas Shrugged”, de Ayn Hand). O grupo de advogados oferecia denúncias contra tucanos. As denúncias eram assinadas por procuradores: vinham já prontas desses escritórios.Um procurador da República, marxo-católico, foi flagrado oferecendo uma denúncia contra um banqueiro, e que fora escrita no computador da empresa de um dos inimigos do empresário.

É esta a essência fascista do suíno da PGR (que também foi um dos tuiuiús: utilizar a justiça não como método punitivo para corruptos e criminosos, mas como instrumento de coerção de adversários políticos. Logo de cara iniciaram uma gambiarra para que os prepostos do petismo pudessem se camuflar: ao invés do presidente escolher diretamente o PGR, Lula resolveu “acatar” uma lista tríplice proposta pelos próprios tuiuiús. Considerando que estes corporativistas são também militantes da agenda da esquerda, ficou fácil: levavam os três mais bem votados para apreciação do chefe de Estado. De posse dos nomes, ele escolheria um dos três para o cargo sem arcar com o peso de indicar um aliado. “O nome foi sugerido pelo próprio MPF”, diziam os petistas, os aliados e os que apenas eram sonsos. Na prática, o presidente continuava com poderes de indicar até um procurador oriundo de Cabrobó da Serra ou de Carapicuíba se assim o quisesse. Foi graças a esta pantomima ideológica que garantiu a Janot não ser tão questionado em suas posições, ao contrário do que acontece com os indicados ao Supremo Tribunal Federal. Tanto é verdade que Lula esbravejou contra a incompetência de Janot em atrapalhar a Lava Jato e o impeachment; “Se ele fosse formal não seria procurador da República”. 

Raquel terá um grande trabalho pela frente para fazer valer a lei, aqueles conceitos burgueses que seu antecessor tanto desprezava. Janot vivia de golpes, ilações, conchavos e notícias plantadas na imprensa dizendo que forças ocultas queriam barrar a Lava Jato. Desta forma ele era autorizado a fazer o diabo no MPF, inclusive celebrar acordos de impunidade premiada com criminosos como os irmãos Batista enquanto seu assessor ganhava rios de dinheiro em um acordo que livrava a cara do PT. Raquel já começa com a obrigação de pedir a prisão de Marcelo Miller e abrir a caixa-preta de Janot, para saber exatamente qual era a participação do sujeito nos eventos que quase sepultaram por completo as chances de recuperação econômica do país em nome de um projeto de poder. 


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