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Os tolerantes do Quebrando o Tabu tem preconceito com quem não sabe falar inglês. Se este alguém for Temer, é claro.

Olhem esta postagem do Quebrando o Tabu. Vamos nos concentrar nos seguintes pontos:



A galera do Quebrando o Tabu é elitista, já que considera que o domínio sobre outros idiomas traz distinção.

A galera do Quebrando o Tabu é preconceituosa, já que imagina que o fato de não dominar um determinado idioma é demérito.

Esta escória também é seletiva, já que jamais fizeram reclamações semelhantes sobre Lula e Dilma. Daí seria preconceito, por se tratar de um operário e uma mulher.

Essa gente também é hipócrita: se uma página de Direita postasse algo semelhante, os mesmos imundos estariam vociferando contra.

O Quebrando o Tabu não quer igualdade, tolerância e justiça social, já que se guiam pela máxima maquiavélica que diz que aos amigos se dão os favores, aos inimigos a lei (ou nem mesmo a lei). Os aliados (que no caso dos quebradores de tabu inclui desde a extrema-esquerda até ditos libertários e liberais de Vichy), podem tudo. Seus aliados podem ser arrogantes, preconceituosos, elitistas, violentos, machistas, descuidados com a educação formal, não dominarem o próprio idioma, praticarem corrupção, violarem direitos humanos, exaltarem o totalitarismo e pregarem o ódio. Já os adversários, estes não podem nem tirar uma foto determinado político ou participarem da vida pública. Em termos claros: para o Quebrando o Tabu o melhor é que seus adversários sequer existissem. 

Este é o verdadeiro fascismo. 

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